quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

"PARIS", o filme.




Trata-se de breve (nem tanto) e despretensioso comentário sobre o filme "Paris" dirigido por Cédric Klapisch. O cenário obviamente não poderia ser outro: A cidade da Luz! Observamos PARIS nos dias atuais apresentando as estações do outono e inverno. O título do filme, de fato, tem ligação direta com a história. Observamos um rapaz parisiense (ex-bailarino) que está muito doente do coração e necessitando fazer um transplante deste órgão.

Ele vive num pequeno e aconchegante apartamento em bairro (“arrodissement” - não mencionado no filme) não menos aprazível e de sua sacada observa o cotidiano desta linda cidade que de alguma forma o impulsiona a lutar pela vida. Sua condição coloca-o como observador de tudo e todos à sua volta de uma forma diferente. A sisudez da dona da padaria, o olhar meigo da atendente da mesma loja, a estudante de história que divide relações íntimas com seu professor e colega de faculdade, os idosos nas ruas, o olhar crítico-irônico do francês parisiense, a arquitetura antiga e linda que se contrasta com os arranha céus distantes, os vendedores de frutas, bem como, estrangeiros que buscam um lugar ao sol.
Parece muito familiar e até clichê de início, pois, trata-se de uma série de pequenas histórias paralelas com personagens que de alguma forma se interrelacionam e se conectam nesta cidade que demonstra ser mais uma personagem. O fato é que não dá vontade de ir embora da sala de cinema, nem quando acaba e os letreiros começam a subir. É uma daquelas histórias que nos dá vontade de ir ao barzinho/bistrô ou restaurante calmo com a namorada, noiva, esposa e amigos mais chegados para conversar sobre o filme tomando um bom vinho tinto...E assim eu fiz! (rs).

E para quem já teve a honra e oportunidade de ir à Paris, aparece uma enorme vontade de voltar para rever esta linda cidade e os locais de alguma forma retratados no filme: Sacré Couer, Montparnasse, Notre Dame, Champs Elysée, Montmartre, Torre Eiffel, metrôs, etc.

O idioma do filme – graças a Deus! - é o francês e desta forma não o deixa estereotipado. Mas, importante se dizer que a cidade mais conhecida e bela do mundo como cenário não é o único atrativo deste longa-metragem. A diversidade pulsa! O ser Humano é o foco e o mais importante. O processo da existência e os dilemas de cada um é o que importa... E a mensagem que o amor é a busca incessante de todos.

Vale muito a pena refletir sobre os sentimentos da personagem ex-bailarino doente (Romain Duris), a espera do transplante que é capaz de transmitir ao espectador a dor que sente e nos mostra que é possível transpor este momento de dor e buscar paciência, tentando curtir o que a vida proporciona, brincando com as sobrinhas, tendo alegrias sinceras.

Desta maneira, a história se constrói na medida em que o diretor aponta suas lentes para os feirantes que disputam a freguesia, para a moça que começa da padaria meiga, a dona da mesma padaria que se mostra insuportável, o professor de história intelectual e hermético que se vê “quebradiço” ante uma paixão por uma linda estudante quase volúvel; o arquiteto (irmão do professor de história) que se mostra frágil ante o desejo de ser pai; o jovem negro que deixa a República dos Camarões para viver com seu irmão na cidade da Luz; a assistente social (Juliette Binoche), mãe de três filhos que se vê chacoalhada com o drama do irmão doente e reflete sobre sua vida.

A partir do mosaico de vidas em Paris o Diretor vai dando seu recado.

O filme "Paris" teve três indicações ao César (o Oscar francês), nas categorias Edição, Filme e Atriz Coadjuvante (Karin Viard). Trata-se de um filme Bonito, honesto, tocante e capaz de fazer com que o espectador contemple também o cenário em que a história se passa.


segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Sobre a ReencarnaAÇÃO




"... Se não há reencarnação, não há mais do que uma existência corporal, isso é evidente. Se nossa existência corporal é a única, a alma de cada criatura foi criada por ocasião do nascimento, a menos que admitamos a anterioridade da alma. Mas, neste caso perguntaríamos o que era a alma antes do nascimento, e se o seu estado não constituiria uma existência, sob qualquer forma. Não há, pois, meio termo: Ou a alma existia ou não existia antes do corpo. Se ela existia, qual era a sua situação? Tinha ou não consciência de si mesma? Se não a tinha, era mais ou menos como se não existisse; Se tinha, sua individualidade era progressiva ou estacionária? Num e noutro caso, qual a situação ao tomar o corpo?"



"... Uma só existência corporal (...) é manifestamente insuficiente para o espírito adquirir todo o bem que lhe falta e eliminar o mal que lhe sobra".




* (Livro dos Espíritos - Tradução J. Herculano Pires - Allan Kardec - Ed. LAKE, 1980)


* ("A caminho da Paz - Mário Kaúla - Gráfica LCR - 2009)

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

"O tempo de Antônio"... "A máquina".

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"O tempo de Antônio"... Trata-se de trecho inicial do Filme "A máquina" (João Falcão).

Filme dirigido no ano de 2.006 e baseado no Livro de Adriana Falcão.

Texto incrivelmente criativo, maravilhoso, leve, engraçado e filosófico.

Interpreteção perfeita do saudoso Paulo Autran com o ótimo ator Edmilson Barros.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

LEVEZA...

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Simplificando o conceito de leveza...

Basta olharmos e sentirmos a dança de Eleanor Powell com Fred Astaire.

Trata-se do filme "Melodia da Broadway", acho que é do ano de 1948, onde estão sapateando a música "Begin the Beguine" de autoria do grande Cole Porter.

Quando vi este vídeo fiquei impressionado! Senti que era muito fácil ante a LEVEZA demonstrada.

Dizem que esta dança foi filmada sem cortes, em única tomada de cena.

DIÁLOGOS DE HELMUT II


DIÁLOGOS DE HELMUT I


segunda-feira, 28 de setembro de 2009




" O Passarin é um menino muito "buliçoso"!
De tão "doidin" que é,
vai semeando desenhos de alegria na paisagem".

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Castelo de Neuschwanstein














Há uns 15 (quinze) anos atrás sonhei andando dentro de corredores longos frios com uma luz indireta entrando por entre algumas janelas que eram instaladas nos ditos corredores de paredes pintadas em tons de cinzas e branco. Me lembro que nos sonhos que tive os tais corredores me pareciam aprazíveis e de familiaridade.

Nos sonhos me peguei olhando a paisagem fora das janelas e de um grande e lindo salão claro em tons de madeira e em dourado. Fiquei extasiado ao acordar e nunca esqueci aquela paisagem.

Um belo dia (aproximadamente 15 anos atrás) liguei a tv num final de semana no canal 05 (TVC - CEARÁ) em Fortaleza que transmitia a programação da TV CULTURA de São Paulo, bem como, a programação da TV EDUCATIVA - FUNDAÇÃO ROQUETE PINTO do Rio de Janeiro para o Estado do Ceará. Me lembro do programa documentário que estava começando de nome : "CASTELOS DA EUROPA". Achei deveras interessante e decidi alí ficar assistindo o dito documentário, quando, de repente.... Tomei um enorme susto!! O dito castelo que tomava meus sonhos naqueles dias, estava "estampado" em claras imagens na tv e de fato existia!!

Tomado de curiosidade e de perplexidade afável não só assisti o documentário, como me peguei a pesquisar muitas informações sobre o Belo e imponente castelo que habitava minha mente... E desde então, o referido castelo nunca deixou de habitar minha mente como uma possível meta ou objetivo em minha VIDA. Um dia ainda irei conhecê-lo pessoalmente.

O Castelo de Neuschwanstein, fica situado na baviera alemã. Região localizada numa magnífica paisagem montanhosa. A construção é do século dezenove e desperta aquela sensação de certo torpor quando se vê uma bela obra de arte, conforme alguns relatos de quem conheceu. Construção imponente e encravada em altas rochas, com revestimento de calcário cinza e imersa entre pinheiros, tendo ao seu redor um lago azul turquesa (Schwangau) e a vila de Hohenschwangau, com suas típicas casinhas campestres.

A construção, pelo que se sabe, foi erguida entre 1869 e 1886 para o excêntrico e romântico Rei Ludovico Segundo. Tal castelo inspirou Walt Disney a criar o castelo da Cinderela em animação. A sensação de sentir-se no limite da realidade e da fantasia permeia a visita. Pois, aos olhos de quem foi e quem ainda não foi, percebe-se um um certo surrealismo nos diversos ambientes do castelo. Na visão exterior, percebe-se a forte influência românica e medieval na arquitetura. No interior do castelo, onde não é possível tirar ou captar fotografias, existe uma mistura de estilos capazes de deixar qualquer turista atordoado.

Coloridas pinturas bizantinas; lustres de ouro em forma de coroa real (repletos de enormes pedras preciosas); painéis entalhados góticos; mobília ricamente decorada; mosaicos de bichos silvestres e muita arte renascentista. Sem mencionar a existência de uma gruta azul no meio do castelo, próximo ao jardim de inverno. O quadro da paisagem natural, de dentro das janelas do castelo, também esbanja vistas de deixar absorto os visitantes mais desavisados.

Um dos grandes pontos do castelo é o dourado salão de festas, detentor de todos os estilos citados acima, e dedicado ao amigo íntimo de Ludovico Segundo, o compositor Ricardo Wagner, cujas obras musicais influenciaram a concepção do projeto. No verão de 1868, o arquiteto de teatros Christian Jank seguiu as indicações do soberano, que inspirou-se no castelo de Wartburg, na Turíngia, e nas disposições de Versalhes, na França. O rei não chegou a ver o seu intento terminado. Obcecado pelo término obra, Ludovico foi diagnosticado como louco em junho de 1886 e morreu logo depois, antes da conclusão do castelo. Até hoje não se sabe se o rei morreu naturalmente ou foi assassinado, tendo sido o seu corpo encontrado no lindo lago situado ao lado do lindo castelo.

Sabe-se que diversos trabalhadores faleceram / desencarnaram na cosntrução do mencionado castelo que é citado em obras literárias como a de GOETHE, por exemplo. O castelo de Neuschwanstein era candidato a uma das "Sete Novas Maravilhas do Mundo". O Neuschwanstein recebe cerca de 1,6 milhão de visitantes anualmente. No cenário de Schwangau (Lago do Cisne), destaca-se ainda o castelo de Hohenschwangau, em estilo neogótico. A construção de quatro andares sobre fundações medievais concentra quatro torres angulares. No interior do castelo, há belos afrescos sobre as sagas alemãs, elaborados por Moritz von Schwind. A família Wittelsbach fundou o castelo.

Partindo de Munique, pela rodovia de alta velocidade (autoban), o percurso dura cerca de uma hora e meia. São quase 150 km até a cidade de Füssen. Existem excursões que saem diariamente da estação de ônibus da capital da baviera. O castelo de Neuschwanstein é ponto final da estrada romântica, onde se situam vários castelos medievais ao longo de seu trajeto. Ao chegar na vila de Hohenschwangau, deve-se seguir as placas que levam até a bilheteria. Para subir até o castelo, o turista pode escolher entre ônibus, bicicleta, charrete e cavalos. O meio mais econômico é de ônibus, que custa (até o começo do ano de 2009) o valor de 2,5 euros. Alguns gostam de subir as montanhas a pé, preço gratuito. O ingresso para entrar no Neuschwanstein custa nove euros. Para entrar em tudo que é possível, o turista pagará, segundo informações de sites especializados até o começo do ano de 2009, o preço de 17 euros. Horário de funcionamento: De outubro a março, das 10h às 16h. De abril a setembro, das 9h às 18h. Aberto diariamente.

Ainda chego lá!!
NÃO SUPORTANDO AQUELA TAMPA SEMPRE MELADA DE RESPINGOS, A MULHER DETERMINA NO RECADO FIXADO NA PAREDE:


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Da besteira muita!!

Perguntas tolas e observações nada coerentes...

  • " Como tarzan conseguia barbear-se?
  • Por que as mulheres abrem a boca para passar creme no rosto?
  • Como a placa "é proibido pisar na grama" foi colocada lá?
  • Se toda regra tem uma exceção, e isso é uma regra, qual é a exceção?"

As 10 coisas que devo fazer.

* Retirado do Caderno 3 do Jornal "Diário do Nordeste" de autoria do escritor e cartunista MINO.

  1. Deixar de fazer coisas que não devo fazer.
  2. Procurar fazer coisas que sei que devo fazer.
  3. Se não puder fazer a coisa certa, procurar não fazer a coisa errada.
  4. Nunca ficar sem fazer nada.
  5. Procurar sempre alguma coisa pra fazer.
  6. Sempre que fizer uma coisa errada, procurar consertar o erro, voltando a fazer a coisa certa.
  7. Ficar certo de que tudo dará certo se tudo fizer certo.
  8. E certo de que, procurar fazer tudo certo é a coisa certa a fazer, não deixar justamente por isso, de assim fazer.
  9. E dizer: - É o que de agora em diante vou fazer!
  10. E fazer.

"O que faz você feliz?!"


Quando residia em São Paulo (Quase sete anos) mantive como costume salutar, chegar em casa (a hora que fosse) após um longo dia de trabalho, trocar de roupa, pegar o pote de passas estrategicamente guardado na geladeira e me dirigir até o sofá gostoso "aboletado" na sala... Lá ficava zapeando todos os canais possíveis e assistindo os documentários sobre Vida animal, jornais, debates políticos, entrevistas sobre fatos históricos, filmes....Até o sono profundo bater após alguns bons cochilos ("piabas") tirados.

Sempre me peguei aficionado por televisão! E gosto muito de ver, analisar, criticar e me divertir com muitos vt`s publicitários... A famosa propaganda televisiva ou "a hora do comercial". E justamente num desses comerciais me peguei gostando com a sonoridade da voz do Cantor "Seu Jorge" e de uma melodia bem interessante daquelas que marcam e impregnam a nossa mente. Trata-se - digo trata-se porque ainda veicula na tv - da campanha da rede Pão de Açúcar que pergunta: "O QUE FAZ VOCÊ FELIZ?!".

Daí por diante me peguei imaginando e anotando as coisas gostosas comezinhas que de alguma forma me fazem (fizeram) feliz.. Não consigo parar. Volta e meia me pego anotando em meu pequeno bloco de anotações ao lado da cama.... Coisas que me fazem/fizeram feliz, bem como, pergunto sempre aos amigos.... "O QUE FAZ VOCÊ FELIZ?!"

  • Cheirar Chulé;
  • Coçar o pé;
  • Soltar "pum" embaixo d'água;
  • Arrotar com gosto;
  • Correr na Chuva;
  • Tomar banho de Bica;
  • Mergulhar na piscina;
  • Ouvir música deitado;
  • Cuspir caroço de uva;
  • Comer passas assistindo TV;
  • Chupar picolé;
  • Esfregar os dedos dos pés;
  • Ficar descalço em casa;
  • Comer fatia de queixo enroladinho;
  • Passar manteiga no pão quente;
  • Passear de carro;
  • Sentar de frente para o mar;
  • Passear com cachorro;
  • Nadar sem pressa;
  • Pintar quadros;
  • Vasculhar a internet;
  • Gravar músicas;
  • Jogar futebol com amigos;
  • Apertar campainhas;
  • Ler jornal do domingo;
  • Tomar suco gelado;
  • Água gelada;
  • Dançar junto ou separado;
  • Assistir documentários sobre animais;
  • Comer queijo assado;
  • Fazer brigadeiro;
  • Duas bolas de sorvete;
  • Espirrar bem alto;
  • Dormir de cueca;
  • Ler na cama;
  • Cantar debaixo do chuveiro;
  • Futebol na TV;
  • "Ventilador no 3";
  • Conversar com crianças;
  • Voar de avião;
  • Peixe frito;
  • Cebola do "OutBack";
  • Assistir cinema;
  • Teatro;
  • Tirar fotos;
  • Camisas de time de futebol;
  • Chocolate meio amargo;
  • Chocolate bem doce;
  • Pão de Mel;
  • Alfajor;
  • Brownie;
  • Ler história;
  • Conversar em barzinho;
  • Jogos de tabuleiro com amigos;
  • Comer jujuba no cinema;
  • Andar de bicicleta;
  • Receber cartas;
  • Enviar cartas;
  • Cheiro de chuva;
  • Plantas balançando;
  • Cheiro de café;
  • Cheiro de Gasolina;
  • Roupa Nova;
  • Comprar Livros;
  • Jazz de New Orleans;
  • Gravatas;
  • Beijar a namorada;
  • Fcar sentado de bobeira no "trono";
  • Cheiro de carro novo;
  • Voltar para casa;
  • Conversar em família;
  • Sorrir de "graça";
  • Participar de debates;
  • Ouvir música dentro do carro no estacionamento;
  • Viajar;
  • Dirigir pelo litoral;
  • Cochilar no sofá;
  • Comer brownie com sorvete de creme;
  • Brincar com sobrinhos;
  • Fazer boneco de neve;
  • Fazer castelos de areia;
  • Sentir vento na face;
  • Fazer trilha na serra;
  • Comer ambrozia;
  • Receber flores;
  • Mandar flores;
  • Assistir "a Grande Família";
  • Assitir ao "Observatório de Imprensa";
  • Estudar Espiritismo;
  • Estudar Propriedade Imaterial;
  • Contar piada;
  • Mãos dadas....

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Coisas que se atraem:





- Nariz e dedo;
- Favela carioca e funk;
- Mulher e vitrine;
- Homem e cerveja;
- Melancolia e dupla sertaneja;
- Moeda e carteira de pobre e cobrador de ônibus;
- Tornozelo e pedal de bicicleta;
- Leite fervendo e fogão limpinho;
- Domingo morgado e Faustão com Sílvio Santos;
- Dedinho do pé e ponta de móveis;
- Camisa branca e molho de tomate;
- Tampa de creme dental e ralo de pia;
- Café preto e a toalha branca da mesa;
- Chave trancando a porta e telefone tocando;
- Carro de bebum e poste;
- Praia e bola de frescobol passando perto do seu “couro”;
- Banda de Forró e dançarinas de cabelos louros;
- Periferia e carro com caixas de som no porta-malas;
- Cinema e um Balde de Pipoca;
- Fila Grande e Bebida quente;
- Adolescente e som “bate estaca”;
- Cupim e guarda-roupa de apartamento;
- Chuvas de Verão e mosquitos;
- Bacalhau e espaços dentários;
- Tênis Nike e vendedores chineses;
- Concludente de Direito e Concurso para Técnico Judiciário;
- Obeso e Rodízio de carne;
- Taça de Campeão e São Paulo Futebol Clube;
- Justiça do Trabalho e pauta de audiências atrasada;
- Marginal Tietê e Engarrafamento;
- Banheiro de Fazenda e rã;
- Lagartixa e parede fria;
- Carro de supermercado e rodinha quebrada;

Para o Senhor EDIR.



"Quem estiver a serviço de Deus, não se deve envolver em negócios do mundo."

S. Paulo. Epístola 2, Timóteo, II

Da amizade inuzitada!


Adonias nutria por "Rogerin" um sentimento de profunda amizade. Todos os dias era o mesmo trajeto e a mesma rotina. Adonias levava "Rogerin" para o trabalho e ao voltar no final da tarde trazia consigo na "cacunda" (dorso, costas) o bom e velho companheiro de inúmeras estações.

Os amigos de Adonias já achavam aquilo tudo dentro da chamada "normalidade". Fosse onde fosse, Adonias estava lá com seu inseparável amigo caprino: Futebol com os amigos, passear na pracinha depois da missa nos finais de semana, ao trabalho no mercadinho do "Seu Muzenza"... Enfim, Adonias era uma referência de jocosidade e de ente turístico daquela pacata cidade perto de Luanda... O que mais fazia "Rogerin" sentir-se bem era exatamente aquele passeio de bicicleta no trajeto de volta para casa, pois, o vento na cara proporcionava sensação que seus amigos de raça jamais poderiam entender.

(Micro história a partir de foto de autoria desconhecida)

Uma foto reveladora da Lua!


sexta-feira, 24 de julho de 2009

DAS JANELAS II




..."Ficava horas alí imaginando.."






"Quero delicadamente arrebentar todas lei do Mundo e sua lógica!.."


"Almoço aos domingos e a velha farra...
Tanto silêncio em nosso território de brincar!"


A delicadeza é algo tão simples...Que é difícil de ver.


"Há flores por todos os lados e embaixo do meu travesseiro..."

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Quem é um bom anfitrião?



Cultura.....



Na mitologia grega, Anfitrião era marido de Alcmena, a mãe de Hércules.

Enquanto Anfitrião estava na guerra de Tebas,Zeus tomou a sua forma para deitar-se com Alcmena, e Hermes tomou a forma de seu escravo, Sósia, para montar guarda no portão. Uma grande confusão foi criada, pois evidentemente Anfitrião duvidou da fidelidade da esposa. No fim, tudo foi esclarecido por Zeus e Anfitrião ficou contente por ser marido de uma escolhida do Deus.
Daquela noite de amor nasceu o semideus Hércules.

A partir daí, o termo anfitrião passou a ter o sentido de "aquele que recebe em casa".

Portanto, anfitrião é sinônimo de "CORNO MANSO E FELIZ"!

Resumindo: Nem sempre é bom ser culto!

* O texto é bem repetido mas continua sendo engraçado.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Sobre a IMAGEM.




Cada vez mais a imagem tem adquirido uma importância maior no Mundo moderno-contemporâneo, em razão dos intermitentes avanços tecnológicos. Imagem do Latim “imago-inis”, imaginem; no francês, image; no espanhol, imagen; no italiano, immagine; no inglês, image e no alemão, Bild. Etimologicamente a imagem também está associada ao “Belo”.

O dicionário OXFORD (The OXFORD English Dictionary), interpreta a imagem como a representação pela arte; a figura; o retrato. Bem como, formar imagem ótica, refletir, imitar, assemelhar por meio do discurso ou da escrita. Descrever, simbolizar, tipificar.

O século XXI vem dando continuidade à expressão criada ao final do século XX: “Século da imagem”. O significado da imagem foi, no decurso do tempo, ampliado e expandido não somente na fotografia, mas nas obras literárias, científicas e no cotidiano mercadológico. De tal maneira que, cursos universitários como “Marketing”, Publicidade, Cinema, artes visuais e tantos outros surgiram e continuam a expandir em nome da informação rápida através de imagens.

A cada minuto e instante tem-se acelerado o processo de multiplicação dos Direitos, conforme menciona o Professor italiano Noberto Bobbio em seu Livro “A era dos Direitos”: “O que parece fundamental numa época histórica e numa determinada civilização não é fundamental em outras épocas e outras culturas” (A era dos Direitos, tradução de Carlos Nelson Coutinho, RJ: Campus, 1992, p.19). A miscelânea de informações, dos ramos de estudo, a prevalência do aparente, as transformações sociais e o avanço tecnológico, geram exigências inimagináveis na sociedade e trazem consequências boas e outras nem tanto para as relações sociais.

O mundo “Globalizado”, por assim dizer, enriquece o olhar com milhões de janelas que se abrem para o conhecimento e ao mesmo tempo nos faz empobrecer no trato coletivo muitas vezes. O individualismo é forte e torna-se fruto contraditório deste processo de “abertura” do olhar e perspectivas.

Com os avanços tecnológicos a imagem se transformou em sofisticado bem de consumo. Bem sabemos que a imagem de uma pessoa “notória” ou de uma “celebridade” atrelada à um produto pode criar cifras e lucros incomensuráveis para determinadas empresas. De tal maneira que muitas vezes não sabemos o que de fato é vendido: O produto ou a imagem de alguém ou a imagem-conceito atrelada ou a imagem-atributo que pseudamente se obtém. Imagem acaba sendo linguagem.

A discussão a respeito da Imagem é tão abrangente que se torna impossível limitar sua abordagem e análise ao campo do visual propriamente dito e histórico. Podemos focalizar diversas searas como: Jurídica, Econômica, sociológica, antropológica e tantas outras.

E neste compasso, podemos dizer que se a imagem sempre exerceu forte influência nas relações humanas, agora, no mundo pós-moderno e pós-positivista ela exerce funções outras e poderes mais intensos de persuasão.

Podemos mencionar, por exemplo:

1) Na Mitologia Grega, FRINÉIA, que era uma linda cortesã e amante de vários talentos, nascida em Téspia, Região central da Grécia, do Século IV antes de Cristo, foi julgada ante a acusação de ter praticado crime de impiedade / traição. Em pleno Tribunal, seu defensor, Hipérides, antevendo provável condenação de FRINÉIA, decidiu e providenciou que a mesma se despisse em plena arena de julgamento e sua beleza estonteante e simétrica acabou por entorpecer os julgadores que ficaram convencidos de sua inocência.

Relatam alguns historiadores que em outro momento posterior, a bela cortesã serviu de modelo para o artista PRAXÍTELES (Πραξιτέλης - Atenas, 390–330 a.C.), conhecido como o mais famoso dos escultores gregos e de quem a mesma era amante, criasse as estátuas de Afrodite, que é considerada a deusa da beleza e do amor, nascida das marolas do mar (vide Enciclopédia Larousse Cultural, SP, Nova Cultura, V.1, 1995, P.108 / Site da internet: http://www.wikipedia.br/);

2) Na Bíblia, que para buscar demonstrar a ascendência que o homem exerce sobre todas as criaturas da Terra, declara textualmente: “Criou Deus, pois, o Homem à sua imagem; A imagem de Deus criou...” (Gênesis, 1.27). É claro que em termos bíblicos, nada seria mais importante para revelar como o Homem está ligado a Deus, ante o fato de possuírem a mesma imagem;

3) Nas enciclopédias italianas (Enciclopedia italiana di scienze, lettere Ed arti – Instituto Giovanni Treccani, V-18, p.887), vê-se destacar a imagem como representação muitas vezes idealizada, que faz referência à importância que alcançou entre os antigos no culto aos mortos. Tanto que, na Roma antiga as máscaras (maschere-incera di cerae) representavam o “Ius Imagium”, ou seja, um signo de nobreza. Nos funerais as imagens acompanhavam o féretro. E na época imperial as imagens eram esculpidas em materiais preciosos de utilização.

Diversos são os relatos e estudos ao redor do tempo e dos lugares.

Por isso mesmo, mais que um bem de consumo, a imagem é uma expressão da personalidade Humana. E por isso mesmo já protegida juridicamente no mundo inteiro. No Brasil, a Constituição Federal de 1988 deu passo decisivo para proteção e consagração do Chamado Direito de Imagem ou Direito à Imagem. Elencado no rol dos Direitos e Garantias Fundamentais, sendo, portanto, cláusula pétrea. Bem como, no Código Civil Pátrio (Lei 10.406/2002), embora com algumas atecnias e pequena abordagem a Imagem está tutelada e protegida.

A Constituição Federal Brasileira reconhece a imagem física, salvaguardando a integridade física (art.5º , III); Reconhece a Imagem Retrato (art.5º , X) e a imagem qualificação / atributo (art.5º , V), assegurando o direito de resposta, a indenização por dano material, moral ou à imagem.

Aqui fica o pequeno preâmbulo sobre a IMAGEM, seus significados e sua proteção.

Da Série: Que encontramos na internet.




Aqui mais um momento de irreverência, versatilidade e criatividade daqueles que buscam aparecer através do entretenimento.

Trata-se do reflexo e termômetro do nosso cenário "cultural" televisivo por assim dizer.
Dá vontade de rir, bem como, dá um certo "desespero".

Mas, viajemos nestes "personagens" que buscam seu lugar no palco do "Glamour".