PROBLEMAS DE COMUNICAÇÃO - FALTA DE DIÁLOGO.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Sobre a decisão firme do suicida terrorista árabe.
Recebi boa parte da mensagem abaixo através da internet e achei deveras criativa e engraçada. Não investiguei se todas estas proibições procedem, porém, sei que boa parte delas sim na população da Arábia que segue ditames ortodoxos/fundamentalistas e deturpado do islamismo.
Embora pratiquem ou se interessem por outras religiões e doutrinas como o espiritismo e o candomblé, o árabe é essencialmente formado por muçulmanos, judeus e cristãos. A maioria dos árabes é seguidora do islã (islamismo), religião , ao que parece, surgida na Península Arábica no século VII e que se vê como uma restauração do monoteísmo original de Abraão que para eles, estaria corrompido pelo judaísmo e cristianismo.
O e-mail que recebi tenatava explicar, exatamente a razão da força e rigidez de decisão dos "homens bomba". Por que, para os terroristas árabes, é tão fácil se suicidar?
Aqui estão as 21 possíveis razões:
É proibido:
01º - Sexo antes do casamento;
02º - Tomar bebidas alcoólicas;
03º - Ir a bares;
04º - Ver televisão;
05º - Usar a Internet;
06º - Esportes, estádios, festas com mulheres;
07º - Tocar buzina;
08º - Comer carne de porco;
09º - Música não religiosa;
10º - Ouvir rádio;
11º - Barbear-se;
Além disso:
12º - Tem areia por todos os lados e nenhum buggy para se divertir;
13º - As mulheres usam burka e não dá para ver nem a cor dos olhos;
14º - A esposa é escolhida pelos outros e o rosto é visto só na procriação;
15º - Sexo depois de casado só para procriar e feito no escuro com a mulher vestida com o shake;
16º - Reza-se para Alah nos seguintes horários:
- 06:00 às 09:00
- 12:00 às 15:00
- 16:00 às 18:00
- 21:00 às 00:00
- No pôr do Sol;
17º - A temperatura básica nos paises árabes é entre 45º e 58º (em alguns lugares até mais altas);
18º - Para economia de água, banho apenas uma vez por mês, nas partes mais sujas (pés).
E finalmente;
21º - Ensinam que, quando morrer, vai para o paraíso e terá tudo aquilo com que sonha!
Da coluna do "ZÉ SIMÃO" - Folha de São Paulo
"Primeiro: Masturbação evita câncer da próstata. Ou seja, mãos à obra! Ops..., mãos à cobra! Então, quando você se tranca no banheiro com a 'Playboy', não é mais masturbação, é manutenção! (...)"
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Tirada do Dia - sobre a obesidade.
"A obesidade é uma doença transmitida através do brownie!”
Frase do Humorista Rafinha Bastos.
Frase do Humorista Rafinha Bastos.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
DAS PROFISSÕES REPAGINADAS
Com os avanços tecnológicos, a "norte-americanização" dos costumes no mercado de trabalho, exigências novas que surgiram nos postos e frentes de emprego, percebemos que ao longo do tempo diversas atividades, funções e profissões mudaram de feições ou passaram por uma "repaginada" por assim dizer, objetivando "adequar-se" ao gosto e olhares dos setores de recursos humanos das empresas.
Por isso, seguem dicas para melhorar seu Curriculum Vitae, falando de seus empregos anteriores:
• Especialista em Marketing Impresso (boy do xerox)
• Supervisor Geral de Bem-Estar, Higiene e Saúde (faxineiro)
• Oficial Coordenador de Movimentação Interna (porteiro)
• Oficial Coordenador de Movimentação Noturna (vigia)
• Distribuidor de Recursos Humanos (motorista de ônibus)
• Distribuidor de Recursos Humanos VIP (motorista de táxi)
• Distribuidor Interno de Recursos Humanos (Ascensorista)
• Diretora de Fluxos e Saneamento de Áreas (a tia que limpa o banheiro)
• Especialista em Logística de Energia Combustível (frentista)
• Auxiliar de Serviços de Engenharia Civil (peão de obra)
* Especialista em Logística de Documentos (office-boy)
• Especialista Avançado em Logística de Documentos (motoboy)
• Consultor de Assuntos Gerais e Não Específicos (vidente)
• Técnico de Marketing Direcionado (distribuidor de santinho em esquinas)
• Especialista em Logística de Alimentos (garçom)
• Coordenador de Fluxo de Artigos Esportivos (gandula)
• Distribuidor de Produtos Alternativos de Alta Rotatividade (camelô)
• Técnico Saneador de Vias Públicas (gari)
CRIANÇA EM MUNDO DICOTOMIZADO
LEGISLAÇÃO VANGUARDISTA E A MISÉRIA DA EDUCAÇÃO
“Sabe lá o que é não ter e ter que ter para dar!?”
(Djavan – Esquinas).
(Djavan – Esquinas).
“Se você tem uma boa causa, não tema o juiz”. (Pubilius Syrus).
Cotidianamente nos deparamos com milhares de informações e notícias estampadas nos jornais a respeito de situações conflituosas de furtos, violência de toda ordem, abusos de autoridade, envolvimento de adolescentes com drogas e atos infracionais, etc. Exceção à regra é o dia em que abrimos os periódicos ou ligamos a tv e não observamos sensacionalismos, ou não vemos desrespeitos ao direito de imagem do cidadão comum ou propagação de tumultos na periferia. E neste caminho constatamos que existem aqueles que acreditam no retrocesso de uma sociedade mais punitiva, quando deveriam buscar e pugnar por uma sociedade mais participativa e sem práticas de crimes.
O Ordenamento Jurídico Brasileiro é considerado e entendido como um dos mais avançados do mundo no tocante à proteção dos direitos da infância e adolescência. O Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), Lei Federal de No:8.069, de 13 de julho de 1.990 representa um grande avanço para este entendimento, pois estabelece princípios norteadores à concretização dos Direitos Fundamentais de crianças e adolescentes, adotando a doutrina da proteção integral e entendendo criança e adolescente como pessoas em desenvolvimento, que necessitam de proteção diferenciada, especializada e plena, em conformidade com a Constituição Federal Brasileira em seu artigo 227.
Esta proteção integral está supedaneada juridicamente em primeiro plano na Convenção Internacional sobre os Direitos da criança e adolescente de 1989 adotada de forma integral pelo Brasil com ratificação pelo Congresso Nacional em 1990 (Dec. Legislativo 28 de 14/09/1990).
A Família, o Estado e a comunidade / sociedade têm o dever de buscar e assegurar por todos os meios, de maneira plena e com absoluta prioridade a efetivação de todos os direitos: Saúde, educação, liberdade, respeito, dignidade, convivência familiar e comunitária, cultura, lazer, esporte e possibilidades de ascensão profissional, entendendo inclusive nossos Tribunais, que os interesses da criança e do adolescente devem prevalecer sobre qualquer outro interesse, quando seus destinos estiverem em discussão.
Para esta finalidade o Estatuto (ECA) concebeu um Sistema de Garantia de Direitos (SGD) que estabelece uma vasta parceria entre o Poder Público e a Sociedade Civil para criar e perseguir a execução de políticas públicas voltadas para a população infanto – juvenil. Tal Sistema de Garantias e Direitos é composto por: Conselhos Nacional, Estaduais e Municipais dos Direitos da Criança e Adolescente; Poder Judiciário – Justiça da Infância e Juventude e Justiça Criminal; Ministério Público; a Defensoria Pública; Advocacia (OAB) e Centros de Defesa da Criança e adolescente; a Segurança Pública e o Conselho Tutelar.
Apesar do reconhecimento no avanço do Ordenamento Jurídico brasileiro, infelizmente ainda observamos claramente um distanciamento entre o Direito e a realidade. Parece irônico, mas, ser vanguardista hoje é buscar vivenciar o básico assegurado. O paradoxo de possuirmos legislação protetora de direitos, que assegura cidadania e uma realidade de violações aos direitos básicos (Ex: A desativação de creches escolares por parte do Poder Público). Eis o desafio: Vivenciar a lei - sem modificá-la - com a melhoria da realidade.
Inconcebível nos dias de hoje: A persistência na educação de índices alarmantes de reprovação, abandono e descompasso da relação série e idade dos alunos do ensino público; a falta de valorização dos professores; o pouco investimento na capacitação e falta de incentivo para uma escola mais democrática e criativa; um número pequeno de magistrados / Varas da infância e juventude; a exigüidade de promotores de justiça voltados na especificidade da criança e adolescente; o pouco aparelhamento técnico e profissional dos conselhos tutelares em todas as comarcas; o distanciamento das universidades não incluindo nas grades curriculares de seus cursos (Ex: Direito, Pedagogia, Jornalismo, Publicidade, etc) disciplina obrigatória sobre o Estatuto da Criança e Adolescente; a intensificação da publicidade focando o incentivo ao consumismo infantil e a “adultice” precoce; a omissão do Estado no combate ao turismo sexual e a inexistência de políticas de cultura, esporte e lazer universais com a correta aplicação do Orçamento Público. Tudo isso corrobora ao distanciamento entre direitos assegurados na Lei e os Direitos concretizados na prática.
Diversas famílias brasileiras padecem de problemas de desestruturação, seja na classe de baixa renda, na classe média ou “alta”, onde a sociedade “globalizada e individualista”, tendo a figura do Poder Público com atuação egocêntrica, obriga aos pais a deixarem a convivência corriqueira familiar em busca da sobrevivência, deixando filhos a mercê do ócio não criativo, sem contato com uma escola de qualidade e a crescerem tendo como paradigmas o condicionamento de “felicidade” das novelas ou do seu grupo “adultescente” do bairro.
Os Conselhos Tutelares poderiam ser grandes pilastras na defesa dos direitos da criança e adolescente, até porque, a eles foram conferidas diversas atribuições de suma importância: Atender aos que tiverem os direitos ameaçados (por ação ou omissão do Estado); atender os casos de omissão ou ação lesiva dos pais ou responsáveis; receber comunicação e averiguar possíveis casos de maus tratos no lar ou na escola; verificar índices de evasão escolar ou de repetência no aproveitamento didático; requerer certidões de nascimento e de óbito de crianças ou adolescentes; determinar matrícula em escolas; orientar pais e responsáveis; manter diálogo com as escolas da região; indicação de abrigamento quando necessário; atender e aconselhar os pais ou responsáveis; fiscalizar; estreitar contatos com o Ministério Público e o Poder Judiciário na apuração de crimes contra infantes; ajudar ao Poder Executivo elaborar dotação orçamentária para planos e programas de atendimento dos direitos das crianças e adolescentes; encaminhar para a autoridade judiciária os casos de sua competência.
Nota-se que o trabalho dos Conselheiros é desafiante e para realizá-lo torna-se indispensável estabelecer e fortalecer alianças com um conjunto de organizações e instituições existentes no município, bem como, estreitar laços participativos na comunidade. Ocorre que, a grande maioria dos Conselhos Tutelares existentes no Brasil encontra-se em situação de diversas dificuldades, obstáculos e desafios para implementação. Constata-se falta de clareza do papel dos conselheiros na comunidade, falta de preparo de vários candidatos, envolvimentos de partidos e vereadores para obtenção de prestígio ao invés de dedicação; carência de cobertura jornalística no cotidiano dos referidos Conselhos; dificuldades no repasse das dotações orçamentárias destinadas para manutenção e funcionamento perfeito dos Conselhos.
Precisamos compreender que a busca permanente pela defesa dos direitos da criança e adolescentes é basilar para a desconstrução de ideias generalizantes de sociedade punitiva e impulsionar processos de melhorias de qualidade das políticas públicas.
DAS ILUSÕES E DO OTIMISMO.
Sobre as eleições de 2010.
"Quando o machado entrou na floresta, uma das árvores gritou:
- O cabo é dos nossos!!"
(Provérbio Turco)
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
BOM HUMOR E VIDA PROFISSIONAL
A era em que vivemos já foi descrita como a da lista de afazeres que nunca acabam.
Nossos dias extremamente corridos podem nos deixar esgotados, caso não tomemos precauções devida para extravasar e colocar o foco em outras atividades que nos façam “recarregar” as energias.
Manter estoque de energia é de fundamental importância para que sejamos produtivos e capazes.
Neste sentido, o Humor é de fundamental importância para a vida profissional.
Não confundir Humor com ser relapso ou irresponsável.
O Humor nos ajuda a soltar da noção exagerada de importância ao encarar a verdade sobre nós mesmos.
Na verdade, o Humor demanda um senso de sinceridade acerca de si mesmo – sem arrogância ou falsa humildade.
Portanto, ser um bom profissional não significa ser sisudo, fechado e “assumir” uma postura de pseudo seriedade.
Seriedade e competência combinam com bom humor. E Bom humor não significa falta de compromisso no trabalho.
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