quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Coincidência, Contrafação, Plágio ou Falta de Criatividade?




Coincidência.

Do dicionário podemos extrair:

s. f. Ato ou efeito de coincidir.
Geom. Estado de duas figuras geométricas que se superpõem.
Fig. Concurso de circunstâncias: uma feliz coincidência.
Realização simultânea de dois ou mais acontecimentos; simultaneidade, contemporaneidade.

Contrafação:

A palavra contrafação vem do verbo contrafazer, que significa imitar, falsificar, encobrir, disfarçar. Seria portanto, o ato de falsificar produtos, moedas, assinaturas, anotações, entre outros dados identificadores.

Genericamente se diz e se entende doutrinariamente contrafação como falsificação e usurpação. Imitação e reprodução seriam espécies do gênero contrafação. Reprodução seria a cópia fiel, idêntica e Imitação seria uma forma de “falsificação” mais tênue, um disfarce, onde o contrafator utiliza-se de formas parecidas e características de uma marca, de um produto, de uma obra original com a finalidade de causar certa confusão.

Plágio:

Segundo Glossário da OMPI (Organização Mundial de Propriedade Intelectual) o plágio “é o ato de oferecer e apresentar como própria, em sua totalidade ou em parte, a obra de outra pessoa, em uma forma ou contexto mais ou menos alterados”. Torna-se a “camuflação” de elementos criativos de uma obra de outra pessoa, acompanhando a usurpação da paternidade desta obra. Quem comete plágio copia a obra tal como foi concebida, parcial ou totalmente e se diz autor, ou, faz modificações e pequenas transformações na obra original, apropriando-se da mesma, dizendo ser obra nova.

Representa uma ofensa aos direitos morais e patrimoniais do autor.

Nesse mesma toada, Carlos Alberto Bittar (2004, p. 149) expõe que:

“Separando-se as figuras em causa, observa-se que, no plágio, a obra alheia, simplesmente apresentada pelo imitador como própria, ou sob graus diferentes de simulação. Há absorção de elementos fundamentais da estrutura da obra, atentando-se, pois, contra a personalidade do autor (frustração da paternidade). Na contrafação há representação da obra alheia sem autorização autoral, podendo ser total ou parcial. Inclui-se, em seu âmbito, a derivação sem consentimento (adaptação ou a tradução ou a variação de tema), eis que sempre visa ao aproveitamento econômico indevido da obra (atentado contra o aspecto patrimonial, ou contra a obra em si)”. BITTAR, C. A. Direito de Autor. 4. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2004. p. 149.

No presente caso, constatamos um verdadeiro PLÁGIO, caso, os autores dos desenhos animados (obras audiovisuais) sejam diversos. Pois, há verdadeira apropriação não só da idéia (não protegida por direito autoral), mas, do posicionamento das personagens em cena / quadrante, da similaridade das mesmas personagens (Cães e meninos), dos traços característicos e da situação apresentada.

Em sendo de autoria de pessoas diferentes, há claro desrespeito aos direitos morais e patrimoniais (lucro obtido com a divulgação, apresentação, veiculação, etc).

Em não sendo de autores diferentes, estaremos diante de um caso de FALTA DE CRIATIVIDADE e desrespeito ao espectador.

"COINCIDÊNCIA, MIMETISMO OU REVERÊNCIA?"




Na foto (autoria: Orlando Brito / Jornal Folha do Brasil - MS)acima podemos observar algo no mínimo, intrigante.O presidente Lula no encontro com prefeitos na XII Marcha Municipalista, em Brasília que ocorreu no meio do ano de 2009.

O evento tem como objetivo, fortalecer o movimento municipalista brasileiro. Os organizadores geralmente esperam reunir nos três dias de realização do evento, milhares de prefeitos, vereadores, secretários municipais, senadores, governadores, deputados estaduais,federais, ministros e contam com a presença do presidente Lula.

Na foto mencionada, podemos perceber ao lado do Presidente Lula o deputado Marco Maia, do Rio Grande do Sul. Podemos constatar que seus movimentos, sua postura corporal chegar a ser quase uma "mimetização" dos trejeitos do Presidente.

Será que Brasília dá este efeito?
Seria pura coincidência mesmo de movimentos gestuais?
Ou a famosa e milenar "bajulação ao rei" acontece até este nível?


Parabenizar a constatação de Orlando Brito.





quarta-feira, 18 de agosto de 2010

DO EXAGERO!


"Epopeias,
Miscelânias,
Um bocado de GRANDE!
BASTANTE,
Muito mais,
Em excesso,
Em demasia,
Uma MONSTRUOSIDADE,
DE CHEIO,
Repleto,
Pletora,
Uma Ruma,
Medonho de ENORME,
Quimeras Mil,
Chibata,
Maior,
Mais MAIOR,
DEMAIS DE GRANDE,
Incomensurável,
Sossobrador,
Arrebatador de muito,
De com força,
De: Eita!!
UMA "RUMA"!!
Never, never enough."

DA BESTEIRA BESTA!!


Você sabe quem é a mãe do mingau??


Resposta: É a MÃEZENA.


E você sabe quem é a avó do mingau?


Resposta: É AVÉIA QUAKER.


segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Fantástica natureza!




A "rãzinha" de cima é mesmo linda e sensacional!!
Trata-se da Rã Rheobatrachus vitellinus (Crédito: Mike Tyler/ Governo da Austrália).
- Rã Rheobatrachus vitellinus: Foi encontrada pela primeira vez em 1984 e desde 1985 nunca mais foi vista. A curiosidade desta espécie australiana é extamente como podemos observar na foto: Ela concebe, dá a luz pela boca. A rã engole seus ovos fertilizados e paralisa sua digestão até que os filhotes saiam por sua boca depois de seis semanas.
Um Organização não governamental (Conservation International) patrocina expedições por 18 países da América Latina, África e Ásia para encontrar espécies de anfíbios ameaçadas de extinção.
Um grupo de pesquisadores e cientistas irá "singrar" e "embrenhar-se" com intuito de encontrar 40 (quarenta) espécies raras de animais não vistas há mais de uma década.
O que se observa é que os anfíbios são frágeis com a mudança do clima e do lugar onde vivem. Muitos não conseguem adaptar-se às situações adversas.
Fica o registro desta linda Rã!!
Informação retirada do site da revista "GALILEU".

sábado, 10 de julho de 2010

A ÁFRICA DO SUL SERÁ AQUI?










A COPA DO MUNDO DE FUTEBOL da ÁFRICA DO SUL (2010) acabará amanhã (11/07/2010) após o jogo final entre ESPANHA X HOLANDA e algumas perguntas vêm à tona e ficam no ar. Parafraseando a música de Caetano Veloso e Gilberto Gil, pergunta-se: A ÁFRICA DO SUL será aqui?

A pergunta procede e eu explico. Como em todas as Copas, desde o ano de 1978 aprendi com meu pai, irmão e parentes a gostar da Copa sob os diversos enfoques e nuances. Desde colecionar os famosos álbuns de figurinhas dos jogadores de futebol, aos aspectos geográficos dos países sede (modus vivendi, economia, organização política, formação geológica, etc), bem como, os bastidores. Não é a toa que escolhi como atividades profissionais o fazer artístico e o jurídico: Advogado e ator.

Nesta copa do Mundo de 2010 na África do Sul, graças à DEUS, ao acesso fácil da internet, canais de TV a cabo e revistas de diversas linhas editoriais tive a oportunidade de fazer valer meu espírito investigativo à procura das verdades daquele país fugindo aos estereótipos e ¨notícias Globais¨ transmitidas dos jornais televisivos.

Após assistir reportagens abalizadas e abrangentes da equipe de Jornalismo da ESPN BRASIL, me peguei embasbacado e indignado, por exemplo, com o sumiço de boa parte da população pobre da Cidade do Cabo, escondida dos turistas em bairro criado pelo Governo em região cercada e de difícil acesso, sem qualquer infra-estrutura (falta de esgoto), alojada em Barracos de lata (¨Cidade de Lata¨ - feitos de folhas de zinco). Pessoas expostas ao frio e ao calor abaixo da linha de pobreza sem qualquer cuidado.

Observando as páginas de jornalismo sério mundial, na verdade, constata-se que a sombria realidade sul-africana não se findou apenas porque o país de Nelson Mandela, Biko e do Bispo Desmond Tutu sediou a Copa do Mundo de Futebol de 2010. Quando a maior festa do futebol mundial se findar na data de amanhã e os campeões (europeus) forem recebidos nas ruas de seu país, bem provável que os sul-africanos iniciem um processo de esquecimento por parte do Globo Mundial, longe dos holofotes da mídia e da Fifa.

3,5 bilhões de euros (o equivalente a cerca de R$ 10,5 bilhões) foram investidos pelo governo do presidente Jacob Zuma na construção de dez estádios (estimados em 120 milhões de euros, ou cerca de R$ 360 milhões), telecomunicações, linha férrea, construção de aeroporto internacional e recrutamento de 40 mil policiais. Pergunta-se: O que realmente será incorporado como investimento permanente e em benefício de um país ainda tomado pela violência, tensão racial, pobreza e corrupção?

Dos ¨ não sei quantos mil¨ empregos criados para o período de pelo menos quatro anos, sabe-se que a maioria não permanecerá empregada, o que poderá agravar ainda mais a elevada taxa de desemprego dos já 25% (vinte e cinco por cento).

A Copa do Mundo, após os comentários sobre a leveza da JABULANI, os erros grosseiros dos árbitros de futebol, do futebol burocrático pouco criativo do BRASIL, do barulho ensurdecedor das VUVUZELAS, da simpatia do povo africano, dos engarrafamentos imensos nas ruas, da musicalidade e da indiferença da FIFA com os problemas sociais, se tiver alguma conseqüência é provável que não seja de crescimento local. Isto é uma tapa na cara de todos aqueles que vivem num país marcado por uma pobreza extrema e com uma taxa de desemprego que gira em torno de 40%.

Nos últimos cinco anos, os trabalhadores pobres continuaram vivendo enormes desigualdades sociais, existindo, em todo o país, milhares de manifestações para exigir serviços básicos (água, eletricidade, saúde...) e habitações dignas, sem muita divulgação da imprensa mundial. E ao final, o governo acabou por reconhecer, que "nunca foi a sua intenção" que este projeto chamado Copa do Mundo fosse beneficiário em termos sociais, diferentemente do discurso de preparação e concorrência para sediar.

O que se constata é que a África do Sul precisa urgentemente de infra-estruturas públicas em grande escala, principalmente na área dos transportes públicos (quase totalmente ausentes em algumas cidades, como a própria Johanesburgo). O único trem bala (Gautrain) lançado em junho deste ano (2010) é uma ironia disto: Transporte de luxo para turistas e para aqueles que viajam entre Johanesburgo e Pretória (distante apenas 54 km).

Sabe-se nos sites de notícias internacionais que em Johanesburgo, mais de 15 mil sem-teto e crianças de rua foram apanhadas e colocadas em "abrigos" na cidade de Cape Town, bem como, milhares de pessoas das zonas pobres e das favelas perto de alguns estádios foram despejadas de suas casas sem receber indenizações. Na região do Soweto, as estradas foram maquiadas ao longo das rotas turísticas e da sede da FIFA, enquanto as escolas ao redor continuam com as janelas quebradas e as instalações em situações precárias.

Os postos de trabalho que foram criados são precários e na grande maioria de duração determinada, por trabalhadores que não são sindicalizados recebendo salários ínfimos e abaixo do salário mínimo. Enorme foi a repressão contra os sindicatos e os movimentos sociais foram literalmente hostilizados pelo Estado, existindo a proibição geral de protestos durante a Copa do Mundo. NADA OU QUASE NADA disso foi divulgado.

A FIFA, por sua vez, arrecadou mais de 1 bilhão de Euros solamente com os direitos de transmissão televisiva. Os estádios e as zonas circundantes foram entregues à FIFA durante o período do torneio. A FIFA, como proprietária exclusiva da marca Copa do Mundo e dos seus produtos derivados, mantém uma enorme equipe de profissionais (advogados, produtores, fiscais) que percorrem o país procurando por pontos de venda não autorizados de produtos licenciados. Os produtos ¨pirateados¨ são apreendidos e vendedores presos. Tudo sem levar em consideração que a maioria da população se vale do mercado informal na compra de seus pertences. Bem parecido com o Brasil.

Muitos jornalistas foram impedidos de exercer o ofício com a inclusão formal de cláusula no credenciamento que impedia críticas abertas à Entidade (FIFA).

Hoje, o futebol traz lucros exorbitantes para um pequeno grupo da elite mundial e nacional através de agentes parasitários. Sabe-se que a responsabilidade social é do governo organizador, porém, a FIFA e seus patrocinadores, usufruem de lucros decorrentes dos jogos e eventos. Cabe a FIFA parcela de responsabilidade para mudar a realidade social.

E aí, será que a ÁFRICA não é aqui?

Palavra de quem não cumpre.

Difícil reconhecer quando determinadas verdades saem da boca de desprovidos de admiração.




¨Nós temos leis, temos consultas, temos resoluções, uma infinidade de dispositivos legais que incorrem naquilo que Montesquieu dizia:
Muitas Leis, nenhuma Lei.¨
(Mr. José Sarney, sobre a reforma do Código Eleitoral).






domingo, 13 de junho de 2010

"Sex and The City 2 e a bebida Alpino"


Não costumo a escrever sobre filmes neste espaço raramente visitado na chamada “globosfera virtual”... Na verdade, em razão do pouco tempo disponível – por falta de organização mesmo ou por ter prazos na minha cola – “atualizo” este espaço em tempo já desatualizado.

Trocadilhos e jocosidades à parte, decido escrever sobre minha impressão e olhar colocado em foco na película “Sex and the city 2”. Pois é, depois de presentear a namorada com caixa contendo TODOS os episódios da série que popularizou-se nos Estados Unidos da América que se baseou em livro de mesmo nome da autoria de Candace Bushmell... Me vi compelido a escrever.

Na verdade, o cinema me causa sempre uma vontade de expressar sobre as impressões que obtive ou extraí após uma sessão. Seja ruim ou bom, realmente, o cinema é uma das poucas manifestações que fazem a gente abstrair do presente e literalmente viajar no tempo, espaço e em elucubrações filosóficas.

Como já havia iniciado, a Série “Sex and the City” se popularizou nos EUA após transmissão pela Rede HBO (TV por assinatura), de 1998 até 2004. A maioria dos episódios se passa na cidade de Nova Iorque e focavam histórias sobre as relações íntimas de quatro mulheres que se tornaram amigas, três das quais nos trinta, e uma, Samantha (a ninfomaníaca), nos seus quarenta. Carrie (Sarah Jessica Parker), Samantha (Kim Cattrall), Charlotte (Kristin Davis – Linda atriz e propositalmente é colocada como a “ingênua” nos filmes e episódios) e Miranda (Cynthia Nixon – Advogada e a mais desprovida de beleza exterior delas).

Trata-se de série televisiva bem específica e direcionada a público mais que específico: As mulheres maiores de vinte e poucos anos de idade. Na tentativa de não ficar no clichê e comentário pejorativo machista, busquei conhecer e entender a série através do exercício “assistir” e não julgar de prima. Foi exatamente o que fiz... Naquela de entender do que minha amada gosta e coisa e tal.

Sex and the City é um filme daqueles que não haverá importância alguma se falarmos bem ou mal, pois, já existe um público alvo fiel “quase comprometido” em assistí-lo. E como a maioria das continuações, partimos do silogismo que o primeiro sempre e na maioria das vezes é melhor. E aqui não se foge à regra.

Nesta segunda versão, a impressão – minha masculina é claro! – é que tudo ficou “OVER”. Uma mistura de “Priscila, a rainha do deserto” com pitadas de episódios anteriores da própria série e comediazinhas tolas teoricamente românticas. Tudo foi exagerado: O número de locações cresceu, o orçamento do filme aumentou, a duração aumentou (por demais!!), o número de participações especiais (Lisa Minelli dançando Single Ladies, de Beyoncé, num casamente gay; Miley Cyrus sem graça e a linda Penélope Cruz desperdiçada em breve cena com o “Mr. Big” marido de Carrie) e creio que a quantidade de figurinos usados pelas personagens também aumentou. Existem momentos tão “OVER”, que a mim me pareceu que o mais importante era a demonstração da luxúria, riqueza e o supérfluo.

A escritora Carrie (personagem principal) já conta com dois anos de casada e perto de lançar mais um livro sobre a vida “pós-casamento”... E eis que começa a perceber sinais de rotina na vida em casal, fazendo com que a mesma comece a “filosofar” sobre isso e achar inadmissível a possível chateação da rotina.

Outra personagem, Charlotte, começa a desconfiar de possível traição do seu marido com a babá (loira peituda que ao final revela-se homossexual) e vê-se cada dia mais estressada por cuidar de duas filhas.

Miranda (a advogada, personagem desprovida de beleza exterior dentre as três) resolve largar a firma de advogados para cuidar melhor de sua família,m porém, descobre que não é exatamente o que deseja.

Samanta começa a viver as chamadas “crises da menopausa”, tentando burlar a biologia através de hormônios. Nas cenas desta personagem observa-se o maior número de “clichês” e situações de comédia pastelão que já existiram: Milhões de remédios, exageros em roupas, etc,etc... Esta última personagem, recebe convite de um “Xeique” (outro clichê fraco) para uma viagem de supostos negócios aos Emirados Árabes... Aí, resolve levar as amigas para serem bancadas por alguns dias pelo tal “Xeique”.

Ou seja, um enredo e roteiro de dar inveja em “Maria do Bairro” e “Bete, a feia”... Com abusos de piadas politicamente incorretas (sobre a cultura árabe e o mundo masculino) e batidas; investindo em situações de “mico” para as protagonistas (corrida em mercado, prisão por fazer sexo na praia, salto alto quebrado, perda de passaporte, taxi quebrado, “burrice” de uma delas ao querer comprar relógio com “contrabandistas”) que acabam por tirar um pouco a inteligência e subestimando os espectadores, caindo para um final piegas e mais que previsível, do tipo: A mulher sempre é mais sensível, se trai é porque está confusa com o relacionamento, a amizade sempre prevalece, etc,etc, etc.

Ao final o que prevaleceu – em longas duas horas e meia - foi a valoração ao consumismo e futilidades. O que se vende é: “A felicidade na realização do consumismo”. A gente , não quer dizer que seja distorcido, pelo contrário. E neste sentido, os diretores e produtores estão felizes pois, “Sex and the City 2” arrecadou mais de US$ 390 milhões nas bilheterias mundiais. Sarah Jessica Parker recebeu um cachê de US$ 30 milhões para atuar e produzir o longa.

O filme não se assemelha – nem de longe – aos episódios da série na TV por assinatura. É como aquela bebida achocolatada láctea de nome “Alpino” da Nestlé que, quando você procurar ler a embalagem vê escrito: “Este produto não Contém Chocolate Alpino”. Ou seja, uma piada.