terça-feira, 11 de novembro de 2008
Parabéns de um São Paulino ao Corintiano!!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
DAS JANELAS I
Da janela do meu quarto já observei muito o mundo!
Já planejei diversas viagens à Lua e noutras fantasias..
Deitado em minha cama fitando os olhos entre as grades de proteção da janela,
Vivenciei diversos vôos rasantes com meus amigos passarinhos de toda cor que vinham
Saborear os cheiros e os néctares das lindas flores do meu jardim...
Da minha janela, quando criança, me peguei por diversas vezes fixando o olhar na lagartixa que passeava pela parede e parava do nada como estivesse hipnotizada com a brancura larga da parede...Mal sabia ela ( a lagartixa) que sua presença ornamental contrastando naquela parede branca com os galhos verdes do jardim me deixava absorto nos meus sonhos de menino sonhador.
Da janela do meu quarto, sentado na cadeira de estudos, agora na adolescência,
Via-me observando o corredor que dava para o lindo jardim de minha casa,
Via-me observando o corredor que dava para o lindo jardim de minha casa,
O balançar das árvores pequenas que se alinhavam com o muro vermelho de casa e
Sentia os cheiros característicos das tardes de inverno.
Da janela do meu quarto,
Conseguia subir por entre os espaços da grade de proteção até o telhado de casa
Onde ficava horas a fio a observar outras janelas de casas vizinhas com suas cores diversas e movimentos diferentes, bem como, ficava a fitar a janelas que se faziam por entre as nuvens do céu com a luz da Lua.
Em pé, ao lado das janelas dos quartos, vivia a brechar o cotidiano alheio e
as curvas das namoradinhas no desabrochar dos seus hormônios.
as curvas das namoradinhas no desabrochar dos seus hormônios.
No andar das ruas avenidas e ruelas,
Vi muitas janelas e cada vez mais me pego fascinado por elas:
Cores, olhares, contornos, grades de proteção, decorativas, contemplativas...
Janelas são olhares abertos para o mundo!
DO AURÉLIOjanela[Do lat. vulg. *januella, dim. de janua, ‘porta’.]
Substantivo feminino
1.Abertura na parede dum edifício para deixar que nele entrem a luz e o ar.2.Claro que fica num do-cumento e corresponde a uma palavra que faltou e se deve escrever. [Cf. (nesta acepç.) abertas.]
3.Anat. Designação genérica de abertura ou área aberta.
4.Art. Gráf. Abertura feita em folha de papel, cartão, etc., protegida ou não por material transparente, para deixar ver o que lhe fica por baixo, como no chamado envelope de janela.
5.Astr. Melhor período para a realização de órbita de transferência (q. v.), com gasto mínimo de energia.
6.Fís. Nucl. Num dispositivo de detecção de partículas, parte da sua envoltória que é suficientemente delgada para permitir a passagem das partículas.
7.Inform. Em interfaces gráficas, região retangular na tela do computador delimitada pela representação de uma moldura, destinada a exibir as informações de um processo em execução. [O uso de várias janelas simultaneamente abertas, que podem ser reposicionadas, redimensionadas e sobrepostas umas às outras, permite ao usuário acompanhar e intervir separadamente nas diferentes tarefas em execução.]
8.Geol. Abertura produzida pela erosão, e que deixa descoberto o substrato de camadas mais antigas.
9.Pop. Qualquer buraco, abertura ou rasgão.
10.Prop. Em gravação de comercial de rádio ou televisão, espaço para inserção ou modificação de áudio e/ou vídeo, sem que seja necessário refazer o resto da gravação.

11.Tip. Furo em fôrma tipográfica, causado por tipo caído ou retirado; broca.
12.Bras. Período de tempo livre no horário de trabalho de um professor ou no horário de aulas de um aluno. DO WIKIPÉDIA
Uma janela é uma abertura em um elemento de vedação arquitetônica, como uma parede. Ela possibilita a ventilação e insolação dos ambientes internos.
A palavra assumiu diversos significados devido a esta acepção, em geral relacionando-a com a idéia de vazio. Por remeter ao exterior, pode ser considerada como ângulo de visão, pois permite a entrada de elementos como luz e ar, mas também possibilita a extensão do olhar como um indivíduo que não participa da ação observada.
O material transparente normalmente usado nas janelas é o vidro. A placa de vidro que constitui a janela é apoiada por um caixilho de suporte que pode ser confeccionado em diversos materiais, como madeira, ferro, alumínio e PVC. As janelas de PVC têm a especial característica de não necessitarem pintura, não sofrerem com a ação dos cupins (térmitas) e ainda são excelentes isolantes térmicos e acústicos.Da janela lateral do quarto de dormir
Vejo uma igreja, um sinal de glória
Vejo um muro branco e um vôo, pássaroVejo uma grade, um velho sinal....
(Milton Nascimento e Beto Guedes)

Soneto I - A Rua dos Cataventos – MÁRIO QUINTANA
Escrevo diante da janela aberta.
Minha caneta é cor das venezianas:
Verde!… E que leves, lindas filigranas
Desenha o sol na página deserta!
Não sei que paisagista doidivanas
Mistura os tons… acerta… desacerta…
Sempre em busca de nova descoberta,
Vai colorindo as horas quotidianas…
Jogos da luz dançando na folhagem!
Do que eu ia escrever até me esqueço…
Pra que pensar? Também sou da paisagem…
Vago, solúvel no ar, fico sonhando…
E me transmuto… iriso-me… estremeço…
Nos leves dedos que me vão pintando!
(...)Às vezes sinto aqui, nestas calçadas,O passo amigo de vocês... E então
Não me constranjo de sentir-me alegre,
De amar a vida assim, por mais que ela nos minta...
E no meu romantismo vagabundo
(...) Ao longo das janelas mortas
Meu passo bate as calçadas.
(...)A minha sede insaciável de não sei o quê,
(...) é preciso construir uma torre...é preciso construir um túnel...
é preciso morrer de puro,puro amor!...
(...)Uma alegria para sempre
"As coisas que não conseguem ser
olvidadas continuam acontecendo.
Sentimo-las como da primeira vez,
sentimo-las fora do tempo,
nesse mundo do sempre onde as
datas não datam."
Há bens inalienáveis, há certos momentos que,
ao contrário do que pensas,
fazem parte da tua vida presente
e não do teu passado.


quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Novo técnico de futebol da Argentina...
terça-feira, 21 de outubro de 2008
CHARLIE, SCHULZ e sua Turma!


Sempre fui fascinado pelo desenho animado da Turma do Snoopy. Sempre!
Quando menino, lembro que quando vi pela primeira vez aquele cachorrinho andando todo faceiro e cheio de bossa devidamente acompanhado por uma avezinha gaiata (woodstock) amarela voando bem perto da cabeça do cachorrinho branco com manchas pretas da raça beagle...Fiquei absorto!.
Quando adolescente passei a prestar muita atenção nos diálogos das personagens empolgantes e engraçadas..... Lucy, Patty Pimentinha, Schroeder, Snoopy, Woodstock, a Garotinha Ruiva e o inesquecível Charlie Brown. Com o tempo me identifiquei de forma incrível com o maravilhoso CHARLIE, com sua indefectível camisa amarela com uma lista horizontal irregular com várias pontas de cor preta, seu calção preto e um sapato de cor marrom. Charlie Brown com sua pequena estatura, cabeça grande e pouco cabelo na cabeça vivia a perambular pelas calçadas de seu bairro ou a ficar parado nas cercas de madeira de altura baixa a pensar sobre os dilemas do mundo....Ou na sala de aula com seus coleguinhas e em grande parte deitado ou sentado no sofá de sua casa a pensar sobre tudo. Charlie era um verdadeiro filósofo infantil a divagar sobre a vida do Snoopy, a possibilidade de namorar com a Garotinha Ruiva, a vontade de ganhar uma única partida de beisebol com seu time e sua timidez. Sim, Charlie Brown sempre foi um garoto tímido e de coração bondoso.
Quando me tornei adulto – pelo menos na cronologia – comecei a colecionar as famosas tirinhas “PEANUTS” que saía em jornais e revistas. Charles Schulz (o autor) teve um feito artístico incalculável: Ele resumiu seus desenhos ao essencial, um esquema gráfico em que espaços vazios e pequenos traços de nanquim expressavam emoções humanas dignas da arte. Charles Schulz faleceu em fevereiro de 2000 com 77 anos de idade e até o fim de sua existência desenhou e escreveu 17.897 tirinhas. No ano de 2007 foi lançada uma biografia (SCHULZ AND PEANUTS – A BIOGRAFY) nos Estados Unidos (data ainda incógnita de lançamento no Brasil) sobre o próprio criador do querido Charlie e sua Turma. Na biografia, o autor DAVID MICHAELIS descobriu que vários personagens foram baseados em pessoas que fizeram parte da vida de SCHULZ. Como por exemplo: Lucy foi inspirada na primeira esposa (Joyce Halverson) do criador; Snoopy foi inspirado no cachorro “Spike” de sua infância; Patty Pimentinha era a prima (Patrícia Swanson) de SCHULZ que gostava de jogar com os garotos e não gostava de receber ordens... CHARLIE BROWN era o criador quando criança, que era meio rejeitado pelos amigos e não se dava bem nos esportes e o SCHROEDER era o próprio SCHULZ adulto, absorto em seu piano.

CHARLIE BROWN é fantástico e ainda hoje encanta mais de 335 milhões (número estimado de leitores das tirinhas) de pessoas pelo mundo. E Viva a trilha sonora dos MARSALIS que servia de background para as aventuras da turma.
Quando menino, lembro que quando vi pela primeira vez aquele cachorrinho andando todo faceiro e cheio de bossa devidamente acompanhado por uma avezinha gaiata (woodstock) amarela voando bem perto da cabeça do cachorrinho branco com manchas pretas da raça beagle...Fiquei absorto!.
Quando adolescente passei a prestar muita atenção nos diálogos das personagens empolgantes e engraçadas..... Lucy, Patty Pimentinha, Schroeder, Snoopy, Woodstock, a Garotinha Ruiva e o inesquecível Charlie Brown. Com o tempo me identifiquei de forma incrível com o maravilhoso CHARLIE, com sua indefectível camisa amarela com uma lista horizontal irregular com várias pontas de cor preta, seu calção preto e um sapato de cor marrom. Charlie Brown com sua pequena estatura, cabeça grande e pouco cabelo na cabeça vivia a perambular pelas calçadas de seu bairro ou a ficar parado nas cercas de madeira de altura baixa a pensar sobre os dilemas do mundo....Ou na sala de aula com seus coleguinhas e em grande parte deitado ou sentado no sofá de sua casa a pensar sobre tudo. Charlie era um verdadeiro filósofo infantil a divagar sobre a vida do Snoopy, a possibilidade de namorar com a Garotinha Ruiva, a vontade de ganhar uma única partida de beisebol com seu time e sua timidez. Sim, Charlie Brown sempre foi um garoto tímido e de coração bondoso.
Quando me tornei adulto – pelo menos na cronologia – comecei a colecionar as famosas tirinhas “PEANUTS” que saía em jornais e revistas. Charles Schulz (o autor) teve um feito artístico incalculável: Ele resumiu seus desenhos ao essencial, um esquema gráfico em que espaços vazios e pequenos traços de nanquim expressavam emoções humanas dignas da arte. Charles Schulz faleceu em fevereiro de 2000 com 77 anos de idade e até o fim de sua existência desenhou e escreveu 17.897 tirinhas. No ano de 2007 foi lançada uma biografia (SCHULZ AND PEANUTS – A BIOGRAFY) nos Estados Unidos (data ainda incógnita de lançamento no Brasil) sobre o próprio criador do querido Charlie e sua Turma. Na biografia, o autor DAVID MICHAELIS descobriu que vários personagens foram baseados em pessoas que fizeram parte da vida de SCHULZ. Como por exemplo: Lucy foi inspirada na primeira esposa (Joyce Halverson) do criador; Snoopy foi inspirado no cachorro “Spike” de sua infância; Patty Pimentinha era a prima (Patrícia Swanson) de SCHULZ que gostava de jogar com os garotos e não gostava de receber ordens... CHARLIE BROWN era o criador quando criança, que era meio rejeitado pelos amigos e não se dava bem nos esportes e o SCHROEDER era o próprio SCHULZ adulto, absorto em seu piano.

CHARLIE BROWN é fantástico e ainda hoje encanta mais de 335 milhões (número estimado de leitores das tirinhas) de pessoas pelo mundo. E Viva a trilha sonora dos MARSALIS que servia de background para as aventuras da turma.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
FILMES INDICADOS - LISTA 1
DOM HELDER CÂMARA – O SANTO REBELDEFigura importante no combate contra a ditadura militar, Dom Hélder Câmara teve papel decisivo na política da época. Incomodou tanto que o poder público proibiu manifestações de apoio ao religioso na década de 70. Grande nome na ala progressista da Igreja Católica, foi ele que criou a Confederação Nacional de Bispos do Brasil (CNBB). Foi nomeado arcebispo de Recife e Olinda em 1964 e pregava que a igreja deveria ser mais próxima do povo e a favor dos excluídos.
Falecido em 1999, ele deixou um legado e muitos admiradores. O documentário Dom Hélder Câmara - O Santo Rebelde traz aos cinemas um pouco da mensagem que ele pregava para a humanindade. Com imagens muito raras retiradas de arquivos nacionais e internacionais, o longa revela ao público como foi a vida deste homem e tudo em que acreditava. O filme conta ainda com depoimentos de Leonardo Boff, Dom Marcelo Carvalheira, Dom José Maria Pires (dom Pelé), Dom Mauro Morelli, Lucinha Moreira, entre outros. O autor do livro que inspirou a cineasta Érika Bauer a produzir o filme, Padre Reginaldo, também fala para as câmeras.
AMADEUSO diretor Milos Forman (Um Estranho no Ninho) leva às telas a obra e vida de Mozart, o famoso gênio da música clássica. Com F. Murray Abraham e Tom Hulce. Vencedor de 8 Oscars.
Título Original: Amadeus
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 158 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1984
Sinopse
Após tentar se suicidar, Salieri (F. Murray Abraham) confessa a um padre que foi o responsável pela morte de Mozart (Tom Hulce) e relata como conheceu, conviveu e passou a odiar Mozart, que era um jovem irreverente mas compunha como se sua música tivesse sido abençoada por Deus.
Premiações
- Ganhou 8 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (F. Murray Abraham), Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem, Melhor Som e Melhor Roteiro Adaptado. Recebeu ainda outras 3 indicações, nas seguintes categorias: Melhor Ator (Tom Hulce), Melhor Fotografia e Melhor Edição.
- Ganhou 4 Globos de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator - Drama (F. Murray Abrahams) e Melhor Roteiro. Recebeu ainda outras duas indicações, nas seguintes categorias: Melhor Ator - Drama (Tom Hulce) e Melhor Ator Coadjuvante (Jeffrey Jones).
- Ganhou 4 BAFTAs, nas seguintes categorias: Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Maquiagem e Melhor Som. Foi ainda indicado em outras 5 categorias: Melhor Filme, Melhor Ator (F. Murray Abraham), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Figurino e Melhor Direção de Produção.
- Ganhou o César de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou os prêmios de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Contribuição Artística no Festival Internacional de Flanders.
Curiosidades
- O ator Mel Gibson chegou a fazer testes para interpretar Mozart em Amadeus.
- O nome Amadeus, que é o nome do meio de Mozart, significa "Amado de Deus". A escolha desta palavra como sendo o título do filme se deve à uma correlação feita com a convicção de Salieri de que Mozart era abençoado por Deus ao compôr suas músicas.
- Vários acontecimentos da vida real de Mozart foram incluídos no roteiro de Amadeus, como seu encontro quando criança com Maria Antonieta.
- Todo o filme foi rodado sob luz natural.
ALTA FIDELIDADEO diretor Stephen Frears (Terra de Paixões) leva às telas uma comédia envolvendo a paixão de três aficcionados por música e suas conquistas amorosas. Com John Cusack, Joan Cusack, Catherine Zeta-Jones e Tim Robbins.
Título Original: High Fidelity
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 107 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2000
Sinopse
Rob Gordon (John Cusack) é o dono de uma loja de música à beira da falência, que apenas vende discos em vinil. Azarado no amor e ao mesmo tempo uma enciclopédia ambulante sobre música pop, os caminhos da vida terminam por levá-lo a analisar suas escolhas e prioridades, fazendo com que alcance a maioridade.
CARTEIRO E O POETASinopse
Por razões políticas o poeta Pablo Neruda (Philippe Noiret) se exila em uma ilha na Itália. Lá um desempregado (Massimo Troisi) quase analfabetoé contratado como carteiro extra, encarregado de cuidar da correspondência do poeta, e gradativamente entre os dois se forma uma sólida amizade.
Numa remota ilha do Mediterrâneo, um carteiro recebe a ajuda do poeta Pablo Neruda a fim de conquistar o amor de sua vida. Com Massimo Troisi e Philippe Noiret. Vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora - Drama.
Premiações
- Ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora - Drama, além de ter sido indicado em outras 4 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Massimo Troisi) e Melhor Roteiro Adaptado.
- Ganhou 3 prêmios no BAFTA, nas seguintes categorias: Melhor Diretor, Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Trilha Sonora. Foi ainda indicado em outras duas categorias: Melhor Ator (Massimo Troisi) e Melhor Roteiro Adaptado.
- Ganhou o Prêmio do Público na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
Curiosidades
- O ator e roteirista Massimo Troisi morreu de ataque cardíaco apenas um dia após a conclusão das filmagens de O Carteiro e o Poeta.

CINEMA PARADISO
Um cineasta de sucesso retorna à sua cidade-natal quando é avisado da morte de um grande amigo de seu passado, que o ajudou a se apaixonar pelo cinema. Dirigido por Giuseppe Tornatore (Malena). Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Título Original: Nuovo Cinema Paradiso
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 123 minutos
Ano de Lançamento (Itália): 1988
Sinopse
Nos anos que antecederam a chegada da televisão (logo depois do final da Segunda Guerra Mundial), em uma pequena cidade da Sicília o garoto Toto (Salvatore Cascio) ficou hipnotizado pelo cinema local e procurou travar amizade com Alfredo (Philippe Noiret), o projecionista que se irritava com certa facilidade, mas parelamente tinha um enorme coração. Todos estes acontecimentos chegam em forma de lembrança, quando agora Toto (Jacques Perrin) cresceu e se tornou um cineasta de sucesso, que recorda-se da sua infância quando recebe a notícia de que Alfredo tinha falecido.
Premiações
- Ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, empatado com Linda Demais Para Você.
- Ganhou o prêmio de Melhor Pôster no César.
Um cineasta de sucesso retorna à sua cidade-natal quando é avisado da morte de um grande amigo de seu passado, que o ajudou a se apaixonar pelo cinema. Dirigido por Giuseppe Tornatore (Malena). Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Título Original: Nuovo Cinema Paradiso
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 123 minutos
Ano de Lançamento (Itália): 1988
Sinopse
Nos anos que antecederam a chegada da televisão (logo depois do final da Segunda Guerra Mundial), em uma pequena cidade da Sicília o garoto Toto (Salvatore Cascio) ficou hipnotizado pelo cinema local e procurou travar amizade com Alfredo (Philippe Noiret), o projecionista que se irritava com certa facilidade, mas parelamente tinha um enorme coração. Todos estes acontecimentos chegam em forma de lembrança, quando agora Toto (Jacques Perrin) cresceu e se tornou um cineasta de sucesso, que recorda-se da sua infância quando recebe a notícia de que Alfredo tinha falecido.
Premiações
- Ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, empatado com Linda Demais Para Você.
- Ganhou o prêmio de Melhor Pôster no César.
UM CONVIDADO BEM TRAPALHÃO, Blake EdwardsClássico da década de 60, estrelado por Pe-ter Sellers. Pastelão dos melhores, traz o as-tro no papel de um ator indiano que cai de pára-quedas em uma festa em Los Angeles e comete uma sucessão de gafes e acidentes hilários. É a melhor comédia em termos de sutileza, figurinos, cenário... E Peter Sellers, o melhor de tudo. Humor de fino trato.
Fred Clutterbuck, um magnata de Hollywood, vai dar uma festa, mas não uma simples festa. Todo mundo, absolutamente todo mundo importante vai estar lá - modelos deslumbrantes, encantadoras estrelas, poderosos produtores, até um filhote de elefante! Mas, por uma falha de convite, Hrundi V. Bakshi (Peter Sellers), um ator hindu com uma queda por desastres, também estará lá.
CONTOS DE NOVA YORK,
Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Woody Allen
Em três pequenos filmes, os diretores contam histórias de nova-iorquinos comuns, num panorama da Big Apple. O episódio de Allen, responsável pela história cômica, foi o que mais agradou ao público, embora a tensão das cenas de Scorsese e a beleza do conto-de-fadas de Coppola também sejam marcantes.
'Contos de Nova York' é uma colaboração criativa de três dos diretores mais importantes da América, Martin Scorsese ('A Cor do Dinheiro'), Francis Coppola ('O Poderoso Chefão') e Woody Allen ('Hannah e suas Irmãs). Nick Nolte estrela esta história apaixonante sobre um pintor de renome mundial dividido entre a paixão pela arte e a atração por sua assistente (Rosanna Arquette). Dirigido por Martin Scorsese./ Talia Shire e Giancarlo Giannini estrelam esta fantasia como os pais de Zoe, uma menina de 12 anos bastante madura, que confere encanto e magia à vida em Nova York. Dirigido por Francis Coppola./ Woody Allen dirige e estrela esta comédia no papel de um advogado neurótico que não consegue livrar-se da mulher que mais influencia sua vida - sua própria mãe (Mae Questal). Mia Farrow e Julie Kavner interpretam as 'outras' que complicam ainda mais sua situação.
Título original: NEW YORK STORIES
Mídia: DVD
Ano de produção: 1989
'Contos de Nova York' é uma colaboração criativa de três dos diretores mais importantes da América, Martin Scorsese ('A Cor do Dinheiro'), Francis Coppola ('O Poderoso Chefão') e Woody Allen ('Hannah e suas Irmãs). Nick Nolte estrela esta história apaixonante sobre um pintor de renome mundial dividido entre a paixão pela arte e a atração por sua assistente (Rosanna Arquette). Dirigido por Martin Scorsese./ Talia Shire e Giancarlo Giannini estrelam esta fantasia como os pais de Zoe, uma menina de 12 anos bastante madura, que confere encanto e magia à vida em Nova York. Dirigido por Francis Coppola./ Woody Allen dirige e estrela esta comédia no papel de um advogado neurótico que não consegue livrar-se da mulher que mais influencia sua vida - sua própria mãe (Mae Questal). Mia Farrow e Julie Kavner interpretam as 'outras' que complicam ainda mais sua situação.
Título original: NEW YORK STORIES
Mídia: DVD
Ano de produção: 1989
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Branquinha de Leite

Existem pessoas que surgem em nossa vida quando a gente menos espera, não é mesmo!?
Exatos três meses passaram e me vejo quase todos os dias da semana fascinado pela presença constante de alguém que estava tão perto e tão longe.
Da menina Linda e pequena que fugia ao me ver chegar em sua casa quando da minha visita... Hoje a presença constante da mulher Linda, faceira, inteligente, "Geniosa pra Dedéu" e cheia de Vivacidade...
Agradeço sua presença e rogo a Deus pela sua saúde e progresso moral, espiritual e profissional.
Queria ver seu sorriso atrelado ao meu e que a "Branquinha de Leite" ficasse feliz com minha presença ao seu lado.
Desejo o Pôr do sol de Jericoacoara, o nascer do Sol de Santorini, o Verde dos campos Escoceses, minhas conchinhas do mar, o sabor mais saboroso do Sorvete "FRUTE DI BOSCO" e minha vontade de ter um coração tranquilo com riso de menino do "Buchão".
Hoje acordei "meloso incontinenti".
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Da simbologia da Balança

Estava eu sentado na mesa em que venho trabalhando no escritório de advocacia e de repente, quando estava sem prazos a fazer ou a cumprir nesta lida “pauleira” de operador do Direito...Me veio um “estalo” mental em forma de indagação: Qual o símbolo que mais se adéqua a idéia da Justiça? A Justiça de que falo, enquanto personificação daquilo que acreditamos ser valor e idéia de representação abstrata do estado de pleno equilíbrio da vida social, a paridade, Igualdade.
De todos os símbolos ou figuras mais utilizadas no Mundo que venham representar ou desejar representar a Justiça, a Balança, com certeza é o símbolo / marca mais utilizado e reconhecido em primeiro olhar e momento. Outros símbolos que podemos citar de memória são: A espada, a Tábua das Leis de Moisés e a venda nos olhos da Deusa Themis.
Deusa Themis, para aqueles não são do Mundo Jurídico, nem são estudantes de Teologia ou mesmo Filosofia... Era a titânica Deusa da Justiça, protetora da lei e da ordem e protetora dos oprimidos. Themis, na verdade, tinha muitos nomes apesar de ter apenas uma forma. Esta Deusa, conforme Mitologia Grega costumava sentar-se ao lado do trono de Zeus para aconselhá-lo. Era filha de Urano e Gaia, e, portanto, uma titã. Considerada a personificação da Ordem e do Direito divino, ratificados pelo Costume e pela Lei, era freqüentemente invocada por pessoas que faziam juramentos. Considerada a deusa da Justiça e representada como uma divindade de olhar austero, tendo os olhos vendados e segurando uma balança e uma cornucópia. Os romanos a chamavam Justitia e foi a segunda esposa de Zeus, após este desposar Métis e antes de se casar com Hera. Com Zeus, ela deu à luz as Horas e as Moiras. Era também uma deusa de profecias, e após Gaia, ocupou o trono do Oráculo de Delfos até que Apolo matou a serpente Píton e tomou posse do assento. No Monte Olimpo possuía duas funções principais: Convocava e dissolvia a Ágora e presidia os banquetes.
As Moiras ou Fatalidades eram três: Cloto, Láquesis e Átropos. Elas fiavam o fio do destino humano e cuidavam para que um destino fosse designado para cada um e que ninguém escapasse dele. Eram consideradas deusas da vida e da morte e se chamavam: Cloto, a que fiava; Láquesis, a que determinava o comprimento do fio; e Átropos, a que o cortava em determinado momento.
As Horas também, como as irmãs Moiras, formavam uma trindade: Eunômia, Irene e Dique e representavam a Disciplina, a Paz e a Justiça na mitologia grega. Responsáveis pelo fluxo do tempo e das estações, entre os atenienses assumiam novos nomes, Talo, Auxo e Carpo, e qualidades, fazendo respectivamente brotar, crescer e frutificar, e eram representadas como jovens graciosas carregando flores ou uma planta. Em ambos os grupos cumpriam tanto o papel de preservadoras do ciclo da vida quanto do equilíbrio da sociedade.
Mas, voltando para a Balança como símbolo e idéia primeira de representação da Justiça, bem sabemos que é um objeto / parafernália inventado para realizar sua função primária de pesar objetos. Pelo pouco que li e do pouco que sei, o mais antigo exemplar de balança foi encontrada lá pelos 7000 anos antes de Cristo em escavações realizadas no Egito. E ao que parece tudo indica que o uso simbólico da balança como referência à idéia e valor de Justiça (equilíbrio das ações humanas) também veio do Egito. Nos papiros e desenhos encontrados no Egito, perto de 2500 AC a balança era indicada como o instrumento de pesagem das almas dos mortos perante o Deus Osíris. Desenhos demonstravam que o morto era conduzido pelo Deus “Cabeça de Chacal” até a sala de julgamento onde existia uma Enorme Balança desenhada. Em um dos pratos se colocava o coração do morto (simbolizando a consciência e a purificação dele) e no outro prato era colocada uma pena de avestruz (que estava na cabeça da Deusa Maât – Da verdade e do valor Supremo). Se o prato que tivesse o coração pendesse para baixo, demonstrando maior peso, então era sinal de que a alma daquele morto estava cheia de pecados e contas a acertar com os Deuses. Caso os pratos da balança se equilibrassem, então tudo indicaria que aquele morto tinha alma pura e equilibrada.
Na civilização Helênica podemos encontrar a balança como símbolo da Justiça. Na Ilíada, de Homero, existe uma passagem na qual ZEUS aparece manejando uma balança, onde pesando as ações dos Heróis decide pela Morte de Heitor.
Não menos interessantes são as passagens existentes nas Bíblias Sagradas de Religiões Monoteístas como o Islamismo e o Judaísmo. No Livro de Jó, a balança é instrumento de pesagem da pesagem das ações Humanas por Deus: “ Que Deus me pese numa balança exata e reconhecerá minha integridade” (Jó, 31,6). Existem relatos de que no Alcorão a imagem da balança aparece no Juízo final onde serão pesados os méritos de cada um.
Não se sabe bem ao certo se houve influência de uma determinada civilização em outra no que diz respeito ao uso da Balança como idéia e símbolo da Justiça. Na verdade, não se sabe precisar realmente a origem desta ligação Balança = Justiça. Basta, procurarmos nos enveredar nos estudos das antigas civilizações e logo veremos e constataremos que a Balança aparece quase sempre como designação da Justiça Divina.
Nos estudos das tradições religiosas Cristãs e Católicas, também podemos ver vários exemplos. Num deles, podemos ver São Miguel arcanjo, que expulsou Satanás do Céu, carregando uma balança em pinturas de igrejas.
Por Qual razão mesmo a Balança trás e representa a simbologia da Justiça? EM primeiro plano e de logo, podemos dizer de maneira até fácil que tudo fica na significação do verbo PESAR. “ E a palavra se fez VERBO”... o verbo como AÇÃO. Quando um Magistrado vai julgar um fato, ele terá de avaliar as condutas dos envolvidos, através de provas apresentadas pelos advogados e Representantes do Ministério Público em diversos casos... Sopesar tais condutas e verificar que tem RAZÃO e a quem assiste o DIREITO (o caminho da busca da verdade). O papel do Juiz é de mensurar provas e comportamentos.
Noutro caminho podemos dizer que a Balança simboliza a Justiça em virtude de ela ter sempre dois pratos que retratam uma posição de equilíbrio e de igualdade. A idéia do equânime, da harmonia onde cada um tem aquilo que lhe é devido. A balança de dois pratos (Os romanos inventaram a balança de um prato só) representa a idéia das possibilidades iguais.
Para Aristóteles a injustiça ficaria configurada numa relação intersubjetiva quando uma das partes ganhasse mais que outra. Daí entender que o Juiz é aquele que “divide em partes iguais”. Do grego “DIKASTÉS” (aquele que divide ao meio), aquele que está entre as partes para sopesar e avaliar as ações e buscar harmonia Social.
Bibliografia:
# Site GREEK MYTOLOGY LINK;
# Bíblia de Jerusalém, São Paulo, Paulus, 2002.
# ILÍADA de HOMERO, Ediouro, 2002;
# Acreditavam os Gregos em seus mitos?, ÁTICA, São Paulo, 1987;
# Fundamentos da Filosofia, Gilberto Cotrim, São Paulo, Ática, 1989;
# Lições Preliminares de Direito, Miguel Reale, São Paulo, Saraiva, 1992.
Bibliografia:
# Site GREEK MYTOLOGY LINK;
# Bíblia de Jerusalém, São Paulo, Paulus, 2002.
# ILÍADA de HOMERO, Ediouro, 2002;
# Acreditavam os Gregos em seus mitos?, ÁTICA, São Paulo, 1987;
# Fundamentos da Filosofia, Gilberto Cotrim, São Paulo, Ática, 1989;
# Lições Preliminares de Direito, Miguel Reale, São Paulo, Saraiva, 1992.
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