Excelente a Charge de Sinfrônio sobre o "aceite" de Maradona como novo técnico da Seleção Argentina de Futebol. Muito engraçado mesmo!quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Novo técnico de futebol da Argentina...
Excelente a Charge de Sinfrônio sobre o "aceite" de Maradona como novo técnico da Seleção Argentina de Futebol. Muito engraçado mesmo!terça-feira, 21 de outubro de 2008
CHARLIE, SCHULZ e sua Turma!


Sempre fui fascinado pelo desenho animado da Turma do Snoopy. Sempre!
Quando menino, lembro que quando vi pela primeira vez aquele cachorrinho andando todo faceiro e cheio de bossa devidamente acompanhado por uma avezinha gaiata (woodstock) amarela voando bem perto da cabeça do cachorrinho branco com manchas pretas da raça beagle...Fiquei absorto!.
Quando adolescente passei a prestar muita atenção nos diálogos das personagens empolgantes e engraçadas..... Lucy, Patty Pimentinha, Schroeder, Snoopy, Woodstock, a Garotinha Ruiva e o inesquecível Charlie Brown. Com o tempo me identifiquei de forma incrível com o maravilhoso CHARLIE, com sua indefectível camisa amarela com uma lista horizontal irregular com várias pontas de cor preta, seu calção preto e um sapato de cor marrom. Charlie Brown com sua pequena estatura, cabeça grande e pouco cabelo na cabeça vivia a perambular pelas calçadas de seu bairro ou a ficar parado nas cercas de madeira de altura baixa a pensar sobre os dilemas do mundo....Ou na sala de aula com seus coleguinhas e em grande parte deitado ou sentado no sofá de sua casa a pensar sobre tudo. Charlie era um verdadeiro filósofo infantil a divagar sobre a vida do Snoopy, a possibilidade de namorar com a Garotinha Ruiva, a vontade de ganhar uma única partida de beisebol com seu time e sua timidez. Sim, Charlie Brown sempre foi um garoto tímido e de coração bondoso.
Quando me tornei adulto – pelo menos na cronologia – comecei a colecionar as famosas tirinhas “PEANUTS” que saía em jornais e revistas. Charles Schulz (o autor) teve um feito artístico incalculável: Ele resumiu seus desenhos ao essencial, um esquema gráfico em que espaços vazios e pequenos traços de nanquim expressavam emoções humanas dignas da arte. Charles Schulz faleceu em fevereiro de 2000 com 77 anos de idade e até o fim de sua existência desenhou e escreveu 17.897 tirinhas. No ano de 2007 foi lançada uma biografia (SCHULZ AND PEANUTS – A BIOGRAFY) nos Estados Unidos (data ainda incógnita de lançamento no Brasil) sobre o próprio criador do querido Charlie e sua Turma. Na biografia, o autor DAVID MICHAELIS descobriu que vários personagens foram baseados em pessoas que fizeram parte da vida de SCHULZ. Como por exemplo: Lucy foi inspirada na primeira esposa (Joyce Halverson) do criador; Snoopy foi inspirado no cachorro “Spike” de sua infância; Patty Pimentinha era a prima (Patrícia Swanson) de SCHULZ que gostava de jogar com os garotos e não gostava de receber ordens... CHARLIE BROWN era o criador quando criança, que era meio rejeitado pelos amigos e não se dava bem nos esportes e o SCHROEDER era o próprio SCHULZ adulto, absorto em seu piano.

CHARLIE BROWN é fantástico e ainda hoje encanta mais de 335 milhões (número estimado de leitores das tirinhas) de pessoas pelo mundo. E Viva a trilha sonora dos MARSALIS que servia de background para as aventuras da turma.
Quando menino, lembro que quando vi pela primeira vez aquele cachorrinho andando todo faceiro e cheio de bossa devidamente acompanhado por uma avezinha gaiata (woodstock) amarela voando bem perto da cabeça do cachorrinho branco com manchas pretas da raça beagle...Fiquei absorto!.
Quando adolescente passei a prestar muita atenção nos diálogos das personagens empolgantes e engraçadas..... Lucy, Patty Pimentinha, Schroeder, Snoopy, Woodstock, a Garotinha Ruiva e o inesquecível Charlie Brown. Com o tempo me identifiquei de forma incrível com o maravilhoso CHARLIE, com sua indefectível camisa amarela com uma lista horizontal irregular com várias pontas de cor preta, seu calção preto e um sapato de cor marrom. Charlie Brown com sua pequena estatura, cabeça grande e pouco cabelo na cabeça vivia a perambular pelas calçadas de seu bairro ou a ficar parado nas cercas de madeira de altura baixa a pensar sobre os dilemas do mundo....Ou na sala de aula com seus coleguinhas e em grande parte deitado ou sentado no sofá de sua casa a pensar sobre tudo. Charlie era um verdadeiro filósofo infantil a divagar sobre a vida do Snoopy, a possibilidade de namorar com a Garotinha Ruiva, a vontade de ganhar uma única partida de beisebol com seu time e sua timidez. Sim, Charlie Brown sempre foi um garoto tímido e de coração bondoso.
Quando me tornei adulto – pelo menos na cronologia – comecei a colecionar as famosas tirinhas “PEANUTS” que saía em jornais e revistas. Charles Schulz (o autor) teve um feito artístico incalculável: Ele resumiu seus desenhos ao essencial, um esquema gráfico em que espaços vazios e pequenos traços de nanquim expressavam emoções humanas dignas da arte. Charles Schulz faleceu em fevereiro de 2000 com 77 anos de idade e até o fim de sua existência desenhou e escreveu 17.897 tirinhas. No ano de 2007 foi lançada uma biografia (SCHULZ AND PEANUTS – A BIOGRAFY) nos Estados Unidos (data ainda incógnita de lançamento no Brasil) sobre o próprio criador do querido Charlie e sua Turma. Na biografia, o autor DAVID MICHAELIS descobriu que vários personagens foram baseados em pessoas que fizeram parte da vida de SCHULZ. Como por exemplo: Lucy foi inspirada na primeira esposa (Joyce Halverson) do criador; Snoopy foi inspirado no cachorro “Spike” de sua infância; Patty Pimentinha era a prima (Patrícia Swanson) de SCHULZ que gostava de jogar com os garotos e não gostava de receber ordens... CHARLIE BROWN era o criador quando criança, que era meio rejeitado pelos amigos e não se dava bem nos esportes e o SCHROEDER era o próprio SCHULZ adulto, absorto em seu piano.

CHARLIE BROWN é fantástico e ainda hoje encanta mais de 335 milhões (número estimado de leitores das tirinhas) de pessoas pelo mundo. E Viva a trilha sonora dos MARSALIS que servia de background para as aventuras da turma.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
FILMES INDICADOS - LISTA 1
DOM HELDER CÂMARA – O SANTO REBELDEFigura importante no combate contra a ditadura militar, Dom Hélder Câmara teve papel decisivo na política da época. Incomodou tanto que o poder público proibiu manifestações de apoio ao religioso na década de 70. Grande nome na ala progressista da Igreja Católica, foi ele que criou a Confederação Nacional de Bispos do Brasil (CNBB). Foi nomeado arcebispo de Recife e Olinda em 1964 e pregava que a igreja deveria ser mais próxima do povo e a favor dos excluídos.
Falecido em 1999, ele deixou um legado e muitos admiradores. O documentário Dom Hélder Câmara - O Santo Rebelde traz aos cinemas um pouco da mensagem que ele pregava para a humanindade. Com imagens muito raras retiradas de arquivos nacionais e internacionais, o longa revela ao público como foi a vida deste homem e tudo em que acreditava. O filme conta ainda com depoimentos de Leonardo Boff, Dom Marcelo Carvalheira, Dom José Maria Pires (dom Pelé), Dom Mauro Morelli, Lucinha Moreira, entre outros. O autor do livro que inspirou a cineasta Érika Bauer a produzir o filme, Padre Reginaldo, também fala para as câmeras.
AMADEUSO diretor Milos Forman (Um Estranho no Ninho) leva às telas a obra e vida de Mozart, o famoso gênio da música clássica. Com F. Murray Abraham e Tom Hulce. Vencedor de 8 Oscars.
Título Original: Amadeus
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 158 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 1984
Sinopse
Após tentar se suicidar, Salieri (F. Murray Abraham) confessa a um padre que foi o responsável pela morte de Mozart (Tom Hulce) e relata como conheceu, conviveu e passou a odiar Mozart, que era um jovem irreverente mas compunha como se sua música tivesse sido abençoada por Deus.
Premiações
- Ganhou 8 Oscars, nas seguintes categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (F. Murray Abraham), Melhor Direção de Arte, Melhor Figurino, Melhor Maquiagem, Melhor Som e Melhor Roteiro Adaptado. Recebeu ainda outras 3 indicações, nas seguintes categorias: Melhor Ator (Tom Hulce), Melhor Fotografia e Melhor Edição.
- Ganhou 4 Globos de Ouro, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor, Melhor Ator - Drama (F. Murray Abrahams) e Melhor Roteiro. Recebeu ainda outras duas indicações, nas seguintes categorias: Melhor Ator - Drama (Tom Hulce) e Melhor Ator Coadjuvante (Jeffrey Jones).
- Ganhou 4 BAFTAs, nas seguintes categorias: Melhor Fotografia, Melhor Edição, Melhor Maquiagem e Melhor Som. Foi ainda indicado em outras 5 categorias: Melhor Filme, Melhor Ator (F. Murray Abraham), Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Figurino e Melhor Direção de Produção.
- Ganhou o César de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou os prêmios de Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Contribuição Artística no Festival Internacional de Flanders.
Curiosidades
- O ator Mel Gibson chegou a fazer testes para interpretar Mozart em Amadeus.
- O nome Amadeus, que é o nome do meio de Mozart, significa "Amado de Deus". A escolha desta palavra como sendo o título do filme se deve à uma correlação feita com a convicção de Salieri de que Mozart era abençoado por Deus ao compôr suas músicas.
- Vários acontecimentos da vida real de Mozart foram incluídos no roteiro de Amadeus, como seu encontro quando criança com Maria Antonieta.
- Todo o filme foi rodado sob luz natural.
ALTA FIDELIDADEO diretor Stephen Frears (Terra de Paixões) leva às telas uma comédia envolvendo a paixão de três aficcionados por música e suas conquistas amorosas. Com John Cusack, Joan Cusack, Catherine Zeta-Jones e Tim Robbins.
Título Original: High Fidelity
Gênero: Comédia
Tempo de Duração: 107 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2000
Sinopse
Rob Gordon (John Cusack) é o dono de uma loja de música à beira da falência, que apenas vende discos em vinil. Azarado no amor e ao mesmo tempo uma enciclopédia ambulante sobre música pop, os caminhos da vida terminam por levá-lo a analisar suas escolhas e prioridades, fazendo com que alcance a maioridade.
CARTEIRO E O POETASinopse
Por razões políticas o poeta Pablo Neruda (Philippe Noiret) se exila em uma ilha na Itália. Lá um desempregado (Massimo Troisi) quase analfabetoé contratado como carteiro extra, encarregado de cuidar da correspondência do poeta, e gradativamente entre os dois se forma uma sólida amizade.
Numa remota ilha do Mediterrâneo, um carteiro recebe a ajuda do poeta Pablo Neruda a fim de conquistar o amor de sua vida. Com Massimo Troisi e Philippe Noiret. Vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora - Drama.
Premiações
- Ganhou o Oscar de Melhor Trilha Sonora - Drama, além de ter sido indicado em outras 4 categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator (Massimo Troisi) e Melhor Roteiro Adaptado.
- Ganhou 3 prêmios no BAFTA, nas seguintes categorias: Melhor Diretor, Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Trilha Sonora. Foi ainda indicado em outras duas categorias: Melhor Ator (Massimo Troisi) e Melhor Roteiro Adaptado.
- Ganhou o Prêmio do Público na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo.
Curiosidades
- O ator e roteirista Massimo Troisi morreu de ataque cardíaco apenas um dia após a conclusão das filmagens de O Carteiro e o Poeta.

CINEMA PARADISO
Um cineasta de sucesso retorna à sua cidade-natal quando é avisado da morte de um grande amigo de seu passado, que o ajudou a se apaixonar pelo cinema. Dirigido por Giuseppe Tornatore (Malena). Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Título Original: Nuovo Cinema Paradiso
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 123 minutos
Ano de Lançamento (Itália): 1988
Sinopse
Nos anos que antecederam a chegada da televisão (logo depois do final da Segunda Guerra Mundial), em uma pequena cidade da Sicília o garoto Toto (Salvatore Cascio) ficou hipnotizado pelo cinema local e procurou travar amizade com Alfredo (Philippe Noiret), o projecionista que se irritava com certa facilidade, mas parelamente tinha um enorme coração. Todos estes acontecimentos chegam em forma de lembrança, quando agora Toto (Jacques Perrin) cresceu e se tornou um cineasta de sucesso, que recorda-se da sua infância quando recebe a notícia de que Alfredo tinha falecido.
Premiações
- Ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, empatado com Linda Demais Para Você.
- Ganhou o prêmio de Melhor Pôster no César.
Um cineasta de sucesso retorna à sua cidade-natal quando é avisado da morte de um grande amigo de seu passado, que o ajudou a se apaixonar pelo cinema. Dirigido por Giuseppe Tornatore (Malena). Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
Título Original: Nuovo Cinema Paradiso
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 123 minutos
Ano de Lançamento (Itália): 1988
Sinopse
Nos anos que antecederam a chegada da televisão (logo depois do final da Segunda Guerra Mundial), em uma pequena cidade da Sicília o garoto Toto (Salvatore Cascio) ficou hipnotizado pelo cinema local e procurou travar amizade com Alfredo (Philippe Noiret), o projecionista que se irritava com certa facilidade, mas parelamente tinha um enorme coração. Todos estes acontecimentos chegam em forma de lembrança, quando agora Toto (Jacques Perrin) cresceu e se tornou um cineasta de sucesso, que recorda-se da sua infância quando recebe a notícia de que Alfredo tinha falecido.
Premiações
- Ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro.
- Ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, empatado com Linda Demais Para Você.
- Ganhou o prêmio de Melhor Pôster no César.
UM CONVIDADO BEM TRAPALHÃO, Blake EdwardsClássico da década de 60, estrelado por Pe-ter Sellers. Pastelão dos melhores, traz o as-tro no papel de um ator indiano que cai de pára-quedas em uma festa em Los Angeles e comete uma sucessão de gafes e acidentes hilários. É a melhor comédia em termos de sutileza, figurinos, cenário... E Peter Sellers, o melhor de tudo. Humor de fino trato.
Fred Clutterbuck, um magnata de Hollywood, vai dar uma festa, mas não uma simples festa. Todo mundo, absolutamente todo mundo importante vai estar lá - modelos deslumbrantes, encantadoras estrelas, poderosos produtores, até um filhote de elefante! Mas, por uma falha de convite, Hrundi V. Bakshi (Peter Sellers), um ator hindu com uma queda por desastres, também estará lá.
CONTOS DE NOVA YORK,
Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Woody Allen
Em três pequenos filmes, os diretores contam histórias de nova-iorquinos comuns, num panorama da Big Apple. O episódio de Allen, responsável pela história cômica, foi o que mais agradou ao público, embora a tensão das cenas de Scorsese e a beleza do conto-de-fadas de Coppola também sejam marcantes.
'Contos de Nova York' é uma colaboração criativa de três dos diretores mais importantes da América, Martin Scorsese ('A Cor do Dinheiro'), Francis Coppola ('O Poderoso Chefão') e Woody Allen ('Hannah e suas Irmãs). Nick Nolte estrela esta história apaixonante sobre um pintor de renome mundial dividido entre a paixão pela arte e a atração por sua assistente (Rosanna Arquette). Dirigido por Martin Scorsese./ Talia Shire e Giancarlo Giannini estrelam esta fantasia como os pais de Zoe, uma menina de 12 anos bastante madura, que confere encanto e magia à vida em Nova York. Dirigido por Francis Coppola./ Woody Allen dirige e estrela esta comédia no papel de um advogado neurótico que não consegue livrar-se da mulher que mais influencia sua vida - sua própria mãe (Mae Questal). Mia Farrow e Julie Kavner interpretam as 'outras' que complicam ainda mais sua situação.
Título original: NEW YORK STORIES
Mídia: DVD
Ano de produção: 1989
'Contos de Nova York' é uma colaboração criativa de três dos diretores mais importantes da América, Martin Scorsese ('A Cor do Dinheiro'), Francis Coppola ('O Poderoso Chefão') e Woody Allen ('Hannah e suas Irmãs). Nick Nolte estrela esta história apaixonante sobre um pintor de renome mundial dividido entre a paixão pela arte e a atração por sua assistente (Rosanna Arquette). Dirigido por Martin Scorsese./ Talia Shire e Giancarlo Giannini estrelam esta fantasia como os pais de Zoe, uma menina de 12 anos bastante madura, que confere encanto e magia à vida em Nova York. Dirigido por Francis Coppola./ Woody Allen dirige e estrela esta comédia no papel de um advogado neurótico que não consegue livrar-se da mulher que mais influencia sua vida - sua própria mãe (Mae Questal). Mia Farrow e Julie Kavner interpretam as 'outras' que complicam ainda mais sua situação.
Título original: NEW YORK STORIES
Mídia: DVD
Ano de produção: 1989
quinta-feira, 10 de julho de 2008
Branquinha de Leite

Existem pessoas que surgem em nossa vida quando a gente menos espera, não é mesmo!?
Exatos três meses passaram e me vejo quase todos os dias da semana fascinado pela presença constante de alguém que estava tão perto e tão longe.
Da menina Linda e pequena que fugia ao me ver chegar em sua casa quando da minha visita... Hoje a presença constante da mulher Linda, faceira, inteligente, "Geniosa pra Dedéu" e cheia de Vivacidade...
Agradeço sua presença e rogo a Deus pela sua saúde e progresso moral, espiritual e profissional.
Queria ver seu sorriso atrelado ao meu e que a "Branquinha de Leite" ficasse feliz com minha presença ao seu lado.
Desejo o Pôr do sol de Jericoacoara, o nascer do Sol de Santorini, o Verde dos campos Escoceses, minhas conchinhas do mar, o sabor mais saboroso do Sorvete "FRUTE DI BOSCO" e minha vontade de ter um coração tranquilo com riso de menino do "Buchão".
Hoje acordei "meloso incontinenti".
quarta-feira, 2 de julho de 2008
Da simbologia da Balança

Estava eu sentado na mesa em que venho trabalhando no escritório de advocacia e de repente, quando estava sem prazos a fazer ou a cumprir nesta lida “pauleira” de operador do Direito...Me veio um “estalo” mental em forma de indagação: Qual o símbolo que mais se adéqua a idéia da Justiça? A Justiça de que falo, enquanto personificação daquilo que acreditamos ser valor e idéia de representação abstrata do estado de pleno equilíbrio da vida social, a paridade, Igualdade.
De todos os símbolos ou figuras mais utilizadas no Mundo que venham representar ou desejar representar a Justiça, a Balança, com certeza é o símbolo / marca mais utilizado e reconhecido em primeiro olhar e momento. Outros símbolos que podemos citar de memória são: A espada, a Tábua das Leis de Moisés e a venda nos olhos da Deusa Themis.
Deusa Themis, para aqueles não são do Mundo Jurídico, nem são estudantes de Teologia ou mesmo Filosofia... Era a titânica Deusa da Justiça, protetora da lei e da ordem e protetora dos oprimidos. Themis, na verdade, tinha muitos nomes apesar de ter apenas uma forma. Esta Deusa, conforme Mitologia Grega costumava sentar-se ao lado do trono de Zeus para aconselhá-lo. Era filha de Urano e Gaia, e, portanto, uma titã. Considerada a personificação da Ordem e do Direito divino, ratificados pelo Costume e pela Lei, era freqüentemente invocada por pessoas que faziam juramentos. Considerada a deusa da Justiça e representada como uma divindade de olhar austero, tendo os olhos vendados e segurando uma balança e uma cornucópia. Os romanos a chamavam Justitia e foi a segunda esposa de Zeus, após este desposar Métis e antes de se casar com Hera. Com Zeus, ela deu à luz as Horas e as Moiras. Era também uma deusa de profecias, e após Gaia, ocupou o trono do Oráculo de Delfos até que Apolo matou a serpente Píton e tomou posse do assento. No Monte Olimpo possuía duas funções principais: Convocava e dissolvia a Ágora e presidia os banquetes.
As Moiras ou Fatalidades eram três: Cloto, Láquesis e Átropos. Elas fiavam o fio do destino humano e cuidavam para que um destino fosse designado para cada um e que ninguém escapasse dele. Eram consideradas deusas da vida e da morte e se chamavam: Cloto, a que fiava; Láquesis, a que determinava o comprimento do fio; e Átropos, a que o cortava em determinado momento.
As Horas também, como as irmãs Moiras, formavam uma trindade: Eunômia, Irene e Dique e representavam a Disciplina, a Paz e a Justiça na mitologia grega. Responsáveis pelo fluxo do tempo e das estações, entre os atenienses assumiam novos nomes, Talo, Auxo e Carpo, e qualidades, fazendo respectivamente brotar, crescer e frutificar, e eram representadas como jovens graciosas carregando flores ou uma planta. Em ambos os grupos cumpriam tanto o papel de preservadoras do ciclo da vida quanto do equilíbrio da sociedade.
Mas, voltando para a Balança como símbolo e idéia primeira de representação da Justiça, bem sabemos que é um objeto / parafernália inventado para realizar sua função primária de pesar objetos. Pelo pouco que li e do pouco que sei, o mais antigo exemplar de balança foi encontrada lá pelos 7000 anos antes de Cristo em escavações realizadas no Egito. E ao que parece tudo indica que o uso simbólico da balança como referência à idéia e valor de Justiça (equilíbrio das ações humanas) também veio do Egito. Nos papiros e desenhos encontrados no Egito, perto de 2500 AC a balança era indicada como o instrumento de pesagem das almas dos mortos perante o Deus Osíris. Desenhos demonstravam que o morto era conduzido pelo Deus “Cabeça de Chacal” até a sala de julgamento onde existia uma Enorme Balança desenhada. Em um dos pratos se colocava o coração do morto (simbolizando a consciência e a purificação dele) e no outro prato era colocada uma pena de avestruz (que estava na cabeça da Deusa Maât – Da verdade e do valor Supremo). Se o prato que tivesse o coração pendesse para baixo, demonstrando maior peso, então era sinal de que a alma daquele morto estava cheia de pecados e contas a acertar com os Deuses. Caso os pratos da balança se equilibrassem, então tudo indicaria que aquele morto tinha alma pura e equilibrada.
Na civilização Helênica podemos encontrar a balança como símbolo da Justiça. Na Ilíada, de Homero, existe uma passagem na qual ZEUS aparece manejando uma balança, onde pesando as ações dos Heróis decide pela Morte de Heitor.
Não menos interessantes são as passagens existentes nas Bíblias Sagradas de Religiões Monoteístas como o Islamismo e o Judaísmo. No Livro de Jó, a balança é instrumento de pesagem da pesagem das ações Humanas por Deus: “ Que Deus me pese numa balança exata e reconhecerá minha integridade” (Jó, 31,6). Existem relatos de que no Alcorão a imagem da balança aparece no Juízo final onde serão pesados os méritos de cada um.
Não se sabe bem ao certo se houve influência de uma determinada civilização em outra no que diz respeito ao uso da Balança como idéia e símbolo da Justiça. Na verdade, não se sabe precisar realmente a origem desta ligação Balança = Justiça. Basta, procurarmos nos enveredar nos estudos das antigas civilizações e logo veremos e constataremos que a Balança aparece quase sempre como designação da Justiça Divina.
Nos estudos das tradições religiosas Cristãs e Católicas, também podemos ver vários exemplos. Num deles, podemos ver São Miguel arcanjo, que expulsou Satanás do Céu, carregando uma balança em pinturas de igrejas.
Por Qual razão mesmo a Balança trás e representa a simbologia da Justiça? EM primeiro plano e de logo, podemos dizer de maneira até fácil que tudo fica na significação do verbo PESAR. “ E a palavra se fez VERBO”... o verbo como AÇÃO. Quando um Magistrado vai julgar um fato, ele terá de avaliar as condutas dos envolvidos, através de provas apresentadas pelos advogados e Representantes do Ministério Público em diversos casos... Sopesar tais condutas e verificar que tem RAZÃO e a quem assiste o DIREITO (o caminho da busca da verdade). O papel do Juiz é de mensurar provas e comportamentos.
Noutro caminho podemos dizer que a Balança simboliza a Justiça em virtude de ela ter sempre dois pratos que retratam uma posição de equilíbrio e de igualdade. A idéia do equânime, da harmonia onde cada um tem aquilo que lhe é devido. A balança de dois pratos (Os romanos inventaram a balança de um prato só) representa a idéia das possibilidades iguais.
Para Aristóteles a injustiça ficaria configurada numa relação intersubjetiva quando uma das partes ganhasse mais que outra. Daí entender que o Juiz é aquele que “divide em partes iguais”. Do grego “DIKASTÉS” (aquele que divide ao meio), aquele que está entre as partes para sopesar e avaliar as ações e buscar harmonia Social.
Bibliografia:
# Site GREEK MYTOLOGY LINK;
# Bíblia de Jerusalém, São Paulo, Paulus, 2002.
# ILÍADA de HOMERO, Ediouro, 2002;
# Acreditavam os Gregos em seus mitos?, ÁTICA, São Paulo, 1987;
# Fundamentos da Filosofia, Gilberto Cotrim, São Paulo, Ática, 1989;
# Lições Preliminares de Direito, Miguel Reale, São Paulo, Saraiva, 1992.
Bibliografia:
# Site GREEK MYTOLOGY LINK;
# Bíblia de Jerusalém, São Paulo, Paulus, 2002.
# ILÍADA de HOMERO, Ediouro, 2002;
# Acreditavam os Gregos em seus mitos?, ÁTICA, São Paulo, 1987;
# Fundamentos da Filosofia, Gilberto Cotrim, São Paulo, Ática, 1989;
# Lições Preliminares de Direito, Miguel Reale, São Paulo, Saraiva, 1992.
sexta-feira, 18 de abril de 2008
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